Roberto Costa, autor da lei de proteção, lamenta matança de animais

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O deputado Roberto Costa (PMDB) subiu à tribuna, nesta segunda-feira (28), para destacar as normas de proteção e defesa animal,  criadas por um projeto de lei de sua autoria (nº 10.412)  e sancionada em 5 de janeiro de 2016.

Revoltado, o deputado repudiou a matança de  mais 30 gatos, ocorrida no último dia 24,  no bairro da Areinha.

“Me sinto na obrigação de trazer essa discussão por ter sido o autor do projeto, que foi aprovado por esta Casa e sancionada pelo Poder Executivo, transformando-se na verdade,  no CÓDIGO DE PROTEÇÃO ANIMAL DO ESTADO DO MARANHÃO”, explicou o Costa.

O Código de Proteção Animal,  estabelece punições administrativas para a prática de execução de animais, dentre as quais: suspenção de financiamentos provenientes de fontes oficiais de crédito e fomento científico, impossibilidade de obter tutela de qualquer animal, e multa a ser estabelecida pela autoridade competente. Tudo isso, sem prejuízo da Lei Penal estabelecido no artigo 32 da lei dos crimes ambientais que prevê pena de detenção de 3 meses a um ano ao autor.

O parlamentar destacou que a iniciativa desse Projeto de Lei,  foi resultado  de um árduo trabalho, realizado em parceria com as ONGS de Proteção Animal, como a AMADA, LAR DE NOÉ e a Delegacia do Meio Ambiente,  representada na época, pelo delegado Sebastião Uchoa.  Um valoroso trabalho que colocou o Maranhão entre os poucos Estados da federação a possuírem uma legislação própria sobre esse tema.

Roberto Costa chamou a atenção para a conscientização da população, principalmente, para o não abandono de animais nas ruas.

“É importante destacar que o número excessivo de animais nas ruas, traz grandes prejuízos, tanto ao bem-estar animal como a saúde pública, desencadeando numa série de doenças”, disse o deputado.

Por fim, o parlamentar solicitou que os órgãos competentes garantam o cumprimento da Lei, fiscalizando de forma efetiva para que  casos de atrocidades contra os animais,  como este, ocorrido no bairro na Areinha, não ocorram mais.

“Há uma necessidade urgente de se estabelecer parcerias com as ONGS que já desenvolvem o trabalho de proteção, cumprindo inclusive com um papel que é essencialmente do poder público. A situação não preocupa apenas São Luís, mas todo o Estado do Maranhão”, declarou Roberto Costa.

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