Justiça autoriza acesso de diretor investigado à sede da Emap

O juiz Flávio Roberto Ribeiro Soares, da Central de Inquéritos e Custódia, suspendeu medidas cautelares impostas pela Justiça contra José Eugênio Mendonça de Araújo Cavalcante, diretor de Engenharia da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), e autorizou seu acesso à sede do órgão.

A informação é do Jornal Pequeno.

O diretor estava impedido de entrar na Emap desde a deflagração da Operação Draga, da Polícia Federal (reveja).

Ele é investigado, junto com um coordenador da empresa, Lucídio Frazão, por possível fraude na execução e fiscalização da obra para drenagem de aprofundamento do Pier 100 e do Pier 104 do Porto de Itaqui. Mas nega o cometimento de qualquer crime (leia).

José Eugênio foi nomeado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) no dia 6 de janeiro de 2015 – com ato retroativo ao dia 1º do mesmo mês – e é casado com a promotora Elizabeth Mendonça, titular da Promotoria de São José de Ribamar (reveja).


6 ideias sobre “Justiça autoriza acesso de diretor investigado à sede da Emap

  1. Marrapá! O delator do esquema, o arquiteto José Ribamar Câmara, avisou a tempo pra esse Eugênio Mendonça pra ele tomar providências sobre os desvios que vinham ocorrendo (suspeitos pagamentos adiantados), e este ficou de relatar tudo para o presidenteTed Lago. Só que quando voltou com a resposta, era pra continuar com os adiantamentos ilegais, mesmo com a empresa do esquema já fazendo corpo mole e retirando equipamentos da obra!

    O MPF tem que recorrer dessa decisão! Na EMAP tudo é muito suspeito. Aí não tem nenhum santo!

    • Na EMAP (Porto do Itaqui) é tudo muito misterioso, é tudo “encantado”, tem muitos esqueletos e muitos fantasmas! Quem manda ali é a princesa Ina, filha do Rei Sebastião! Ali é só vivaldino! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Caro Gilberto Leda,

    Ninguém entendeu uma coisa: se houve uma decisão judicial anterior da Justiça Federal do Maranhão, ordenado a busca e apreensão pela PF na residência do diretor e seu afastamento imediato por 90 dias. Como essa decisão haveria de ser reformada por um juiz da Central de Inquérito e Custódia de São Luís??

    Ademais, se tudo se passou dessa forma, então quem teria que reformar a indigitada decisão não seria o TRF1 de Brasília ou próprio juiz de base que proferiu a primeira decisão? Alguém aí nos esclareça melhor essa intrigante polêmica?

    • a PF deflagrou a operação, mas as decisões todas foram da Justiça estadual… confesso que tb nunca entendi isso

      • Mas Gilberto tudo bem, todas decisões partiram da justiça estadual, então quem deveria reformá-las não seria o TJ?? Ou houve uma estranha reconsideração do juízo de base?

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