Empresários reagem a “Pacote de Maldades”: “Não foi discutido”

O presidente da Associação Comercial do Maranhão, (ACM), Felipe Mussalém, reagiu hoje (4) ao chamado “Pacote de Maldades”, projeto de lei de autoria do governo Flávio Dino (PCdoB) enviado ontem (3) à Assembleia Legislativa para aprovação em regime de urgência.

Segundo o diretor da entidade, a proposta, que aumenta, mais uma vez, o ICMS de uma série de produtos no Maranhão (saiba mais), não foi discutida, nem com a classe empresarial, tampouco com a sociedade.

“Mais uma vez, no finalzinho do ano, o Governo do Estado nos presenteia com um pedido de aumento de impostos enviado ontem, em caráter de urgência, para Assembleia Legislativa. Esse pedido de aumento não foi discutido com a classe empresarial, não foi discutido com a sociedade, não fez parte da pauta do Conselho Empresarial do Maranhão e a gente quer a possibilidade de discutir sobre isso”, declarou ele, em vídeo divulgado pela manhã.

Mussalém destacou, ainda, que o aumento de impostos não penaliza o empresariado, em última instância, mas a sociedade em geral, já que eventuais reajustes serão embutidos no preço final dos produtos ou serviços.

“Não é empresário quem paga imposto, quem paga imposto é a sociedade, quando compra um produto ou consome um serviço. O empresário repassa, nos seus produtos, o valor do imposto”, completou.

Veja:

 


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