Ricardo Murad põe problemas do “Espeto de Pau” nas contas de ex-procuradores

O secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, avaliou a problemática da reforma do prédio das Promotorias da Capital, o famoso “Espeto de Pau”, por outro prisma, neste domingo (27).

Enquanto grande parte da opinião pública e até mesmo o Tribunal de Contas do Estado (TCE) responsabilizam a procuradora-geral de Justiça, Fátima Travassos, Murad atribui os problemas às gestões dos ex-procuradores Jamil Gedeon, atual presidente do Tribunal de Justiça, e Raimundo Nonato de Carvalho.

Segundo ele, Fátima não tem responsabilidade alguma no caso e, mesmo que quisesse, não poderia concluir a obra porque o prédio é “irreformável”.

As declarações foram publicadas em sua página no Facebook, após matéria de O Estado tratando do assunto.

“’Espeto de pau’, apelido dado pelo promotor Juarez Medeiros para o prédio sede das Promotorias de Justiça da Capital, ruiu por erros na execução da obra segundo relatório do IBAP – Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia do Maranhão. Encomendado pelo então procurador geral francisco barros no ano de 2007”, diz o secretrário.

Que completa: “O projeto arquitetônico, básico e executivo para a construção do prédio foi elaborado na época em que era procurador geral, o atual presidente do TJ, desembargador Jamil Gedeon. A construção do prédio e o recebimento da obra ocorreu na gestão do ex-procurador geral Raimundo Nonato de Carvalho. A procuradora-geral Fátima Travassos, por mais que queira, não teve e nunca terá êxito nas reformas porque o prédio é irreformável”.

Para Ricardo Murad, o que precisa ser apurado é o suposto sumiço do projeto executivo, que teria ocorrido logo após o resultado das perícias realizadas pelo IBAP, apontando que o prédio poderia cair por falhas estruturais.

Mais alguns dados a serem apurador a partir desta segunda-feira (27), com a vinda do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) a São Luís.


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  1. Neste Estado parece que nada é levado a sério até mesmo quem deveria fiscalizar com rigor todos os seus semelhantes, até mesmo eles escorregam feio, será um mal crônico do Maranhão?
    Maranhão meu estado minha vergonha…