Maranhão tem 12 juízes sob investigação

Já estão disponíveis no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) as informações sobre o andamento de processos administrativos contra magistrados, em tramitação nas corregedorias gerais dos tribunais de justiça dos estado.

No Maranhão, são 12. O acompanhamento pode ser feito pelo endereço eletrônico http://www.cnj.jus.br/presidencia.

Lá estão contidas informações como número e tipo do processo, motivo, andamento das investigações.

Segundo o ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), “a partir de agora a população poderá acompanhar o trabalho das corregedorias na apuração de eventuais faltas cometidas por integrantes do Poder Judiciário”.

Por enquanto, o Sistema de Acompanhamento de Processos Disciplinares contra Magistrados está sendo alimentado apenas pelos tribunais estaduais.

A idéia, porém, é que a Justiça Federal e a Justiça do Trabalho também participem do sistema.


4 pensou em “Maranhão tem 12 juízes sob investigação

  1. Só 12? Isso é só pra arrefecer os ânimos da população depois de tantas reportagens sobre corrupção no judiciário. Se fosse sério mesmo, alguns estariam sendo investigados por extorsão, abuso de poder, cooperação com o crime organizado, enriquecimento ilícito, entre outros. Deveriam investigar principalmente os desembargadores, que são os peixes grandes, os mafiosos. A primeira a entrar na lista seria Nelma Sarney, propineira. Na verdade, se começarem a investigar a fundo o judiciário do Maranhão, poucos ficariam isentos…

  2. Os professores da Unidade Integrada Carlos Macieira, no Anjo da Guarda, suspenderam as atividades na manhã de ontem em protesto à agressão de uma professora de 65 anos que trabalha na escola. A docente foi agredida na manhã do dia 10 por uma estudante de 14 anos que cursa a 7ª série do Ensino Fundamental. Primeiro, a garota teria empurrado a professora dentro da sala de aula e, depois, na secretaria da instituição, teria desferido um soco na docente. O caso foi registrado na Delegacia de Proteção ao Idoso.

    O Imparcial tentou conversar com a direção da escola na tarde de ontem, mas não foi atendida sob o argumento de uma reunião com os docentes. Contudo, a direção reconheceu a ocorrência do problema e disse que tomará as providências necessárias. Um professor que não quis se identificar lamentou o episódio e afirmou que existe uma insatisfação diante da falta de respeito e segurança na unidade.

    O caso

    O problema começou na sala de aula, no horário da disciplina de História, depois que a professora chamou a atenção da aluna. De acordo com o relato da docente, a garota ficou irritada e a empurrou. Devido ao ato, a estudante foi conduzida para a secretaria da escola e na presença do diretor agrediu mais uma vez a professora. Ela teria desferido um soco depois que a idosa falou que registraria o caso na delegacia.

    O fim do conflito ocorreu com a contenção da estudante pelo diretor da instituição. Até o Grupo de Apoio Especial às Escolas (Geap) da Polícia Militar chegou a ser acionado. “Apareceu um homem que se identificou como marido da estudante e queria retirá-la imediatamente da escola. O diretor chamou o Geap e explicou que a menina só poderia sair na presença dos responsáveis ou após o terminar o horário”, contou o professor que não quis se identificar.

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