Vítima de parada cardíaca, morre Udes Cruz

Udes com a esposa, Rosário, e a filha jornalista, Jusse

O jornalista Udes Cruz, 60, morreu na madrugada deste sábado (4), vítima de parada cardíaca, no Hospital Aliança, onde estava internado desde o mês de dezembro.

Um quadro de complicação renal o levou a ser hospitalizado por mais de um mês. Nas últimas semanas, familiares e amigos comemoravam uma sensível melhora.

Udes era proprietário do jornal “Atos e Fatos”. Durante sua carreira, foi secretário de Comunicação do Governo do Estado, na gestão José Reinaldo, e também diretor de Comunicação da Câmara de Vereadores de São Luís

O velório será realizado na Central de Velórios da Pax, na Rua Oswaldo Cruz, Centro. O sepultamento deve ocorrer às 16h, no cemitério Parque da Saudade.

Nota de pesar

 Em nota emitida há pouco, a governadora Roseana Sarney (PMDB) lamentou a morte do jornalista.

““Udes Cruz tem uma trajetória de dedicação e paixão pela imprensa do Maranhão e acabou passando esse sentimento para os filhos, que hoje militam no jornalismo e não deixarão seu nome ser esquecido””, afirmou.

“A governadora se solidariza com os familiares e amigos do jornalista, que foi diretor de Comunicação da Câmara Municipal, secretário de Estado de Imprensa e fundador do jornal Atos e Fatos, o qual dirigia”, completa a nota.

 


4 pensou em “Vítima de parada cardíaca, morre Udes Cruz

  1. Udes Cruz, fomos conteporâneo, ginasio Codoense, estudamos juntos, 1965, vai em paz, breve nós encontraremos…

  2. Gilberto,
    Permita-me utilizar seu blog para manifestar meu profundo pesar pelo falecimento de Udes Cruz – o “nêgo véio”, como o tratava há anos. Conheci-o por volta de 1981, quando, em companhia de Enoc Vieira, ajudava na construção da candidatura de Luiz Rocha ao Governo do Estado. Mais tarde, já consolidada a candidatura, e eu na coordenação da campanha, o convidei e a Ruizinho Barbosa, Rosinha e Zé Salim para juntos, produzirmos notinhas favoráveis a Luiz que eram plantadas nos jornais da cidade, mesmo naqueles de adversários como era o caso do Jornal de Hoje de João Castelo. Tempos depois, já no governo, o apoiava nos seus projetos jornalisticos. Quando presidi a Copema, o convidei para ser meu assessor de imprensa, quando prestou um excelente trabalho. Guardo dele a lembrança de um profissional correto, de um grande faro para os fatos politicos, cuja analise quase sempre correspondia a realidade. Udes Cruz era um dos bons que podia ainda permanecer por mais tempo entre nós. Mas como ir de encontro aos desígnos de Deus ? Vai fazer falta. Até breve, amigo! Milton Calado

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