Max Barros destaca obras em entrevista ao JP

O secretário de Estado de Infraestrutura, Max Barros, concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Waldemar Terr, do Jornal Pequeno, na qual destacou as principais obras realizadas pelo Governo do Estado na cidade de São Luís.

Leia abaixo os principais trechos

Jornal Pequeno – Qual era a situação do Estádio Castelão?

Max Barros – O Estádio Castelão encontrava-se interditado há vários anos, porque apresentava graves problemas estruturais com risco até de desabamento. Por conta disso, fizemos o projeto para realizar a recuperação e modernização do Estádio, dentro do que estabelece o Estatuto do Torcedor, para que ele seja capaz de receber qualquer jogo sem oferecer riscos para as pessoas e oferecendo qualidade e conforto, ficando à altura das melhores praças de esporte do país. A reforma do Estádio começou em dezembro de 2011, com a previsão de ficar pronto para ser inaugurado dentro do conjunto de obras que o governo do Estado vai entregar à cidade de São Luís durante o aniversário de seus 400 anos de fundação, o que, de fato, acontecerá.

(Foto: Biaman Prado/O Estado)

MB – As obras no Estádio atingiram as partes estruturais, gramado, partes elétrica e hidráulica e em todos os alojamentos, que são ao todo 30. Foram reformados também bares e restaurantes e os 29 banheiros, que foram adaptados para receber pessoas com necessidades especiais. Nos banheiros, foi utilizado material antivandalismo. Foram instaladas catracas eletrônicas. A capacidade de torcedores foi reduzida para 40 mil, para garantir que todos os assistentes estejam devidamente acomodados em cadeiras. Foi criada também uma rota de fuga, para ser utilizada em caso de emergência.

P – Qual o trecho da Via Expressa que vai ser inaugurado agora no aniversário da cidade?

MB – Será o primeiro trecho do lote 1 da Via Expressa, de 2,5 km, que vai ser entregue à população agora pela governadora. Nasceu como uma obra que pode ajudar a região metropolitana na questão do trânsito. É uma artéria paralela à Avenida Jerônimo de Albuquerque, que apresenta sua capacidade de tráfego praticamente esgotada, particularmente nos horários de pico, e que receberá também parte do tráfego da Avenida dos Franceses. O estudo que mandamos fazer assegura que pelo menos 33 mil pessoas/dia vão passar a utilizar a Via Expressa, mostrando a importância do projeto para a mobilidade urbana. Esse primeiro trecho do lote 1 permitirá o acesso da Colares Moreira à Carlos Cunha e interligará esta ao Cohafuma, totalizando 2,5 km. O segundo trecho do lote 1 irá do Cohafuma à Daniel de La Touche e será entregue em dezembro.

JP – Quando sai a segunda etapa?

MB – Estamos trabalhando no projeto do segundo lote da Via Expressa, que já tem recursos aprovados no PAC Mobilidade Urbana, do governo federal. O projeto executivo já está concluído para que seja realizado no próximo ano e ele será do Maranhão Novo à Avenida Santos Dumont, no Anil, com a existência de um corredor direto do aeroporto até o Renascença.

JP – Como ficou a questão do projeto da ponte 4ª Centenário?

MB – Essa ponte seria construída da Avenida Ferreira Gullar até o Aterro do Bacanga, na altura do Terminal de Integração, ligando a cidade nova à cidade antiga. As duas pontes atuais, José Sarney e Bandeira Tribuzi, estão sobrecarregadas de tráfego. A nova ponte teria 2,5 quilômetros, mas o IPHAN não aprovou o projeto que desenvolvemos, sob a alegação de que essa ponte prejudicaria o visual da cidade. Mas o projeto tem a vantagem de tirar o trânsito do Centro Histórico. Nas grandes cidades o que se vê é velho convivendo com o que há de mais moderno, a exemplo do Museu Louvre, em Paris, em cuja frente foi construída uma moderna pirâmide. Como achamos que o projeto é importante para o futuro da cidade, vamos continuar argumentando com o IPHAN, em busca de liberação da obra.

(Foto: Biné Morais/O Estado)

MB – A Biblioteca está totalmente reformada e modernizada, com acessibilidade garantida a pessoas com mobilidade reduzida, por meio de um elevador, climatizada e com estrutura totalmente recuperada.

JP – Existe algum projeto de urbanização para o Espigão da Ponta da Areia?

MB – O Espigão, em si, já foi concluído. É uma obra de engenharia com função de conter a erosão da orla e desassorear o canal da Ponta d’Areia. Agora, ainda vamos iniciar outra etapa, de urbanização. Vai ficar muito bonito, um novo cartão postal de São Luís. Para isso, aguardamos apenas a autorização da Marinha para iniciar os serviços.


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  1. Sinceramente, não sei mesmo se temos motivos para comemorar alguma coisa, nestes 400 anos de São Luis ainda vemos os mesmos problemas de sempre, só que cada vez mais fica pior. Tem uma coisa que intriga todo maranhense e ludovicense mais atento, vou aqui deixar registrado e peço que quem tenha alguma coisa nova para colocar que me acompanhe nesta demonstração de intolerância com o gasto errado e sem visão do dinheiro público, isso nos 3 poderes. 1º Judiciário: uso como exemplo o prédio do novo Fórum da capital, uma verdadeira vergonha, um prédio novo e bem “pensado” para atender o povo, bem “pensado” entre aspas porque o entendido engenheiro ou sabemos lá quem teve a brilhante ideia, nunca foi processado ou teve de utilizar a justiça, porque nunca 4 elevadores daquele tamanho que hoje existe no Fórum serve para atender com dignidade os advogados, partes, magistrados e todos que se utilizam deles para poder chegarem a algum andar do “novo” Fórum; 2º Legislativo: uso como exemplo a nova sede do poder no sítio rangedor, uma verdadeira desova de dinheiro publico até hoje nunca divulgado o valor exato, mas lá estes mesmo entendidos não conseguiram fazer nem os gabinetes dos deputados condizentes com a realidade de quem recebe inúmeras pessoas diariamente, caso qualquer deputado queira usar seu gabinete para uma reunião com 5 pessoas ele tem de procurar outro lugar ou ficar sem qualquer tipo de conforto para atender as pessoas no seu minúsculo gabinete que se abre a porta bate na cadeira de seu convidado, vejam que lá teve projeto e tempo suficiente para alguém gritar que tava tudo errado, mas como é dinheiro público, f……; 3º Executivo: esse aqui basta ver o Maranhão, um verdadeiro desastre de obras e derrame de dinheiro, não tem um empreiteiro que não esteja rico ou com um bom saldo bancário por conta da mãe que é este Governo, venham a completa lambança que é a avenida via expressa, desde aquele elevado que consegue gargalar uma avenida que já sofre há anos com engarrafamentos, vejam que lá conseguiram fazer 3 vias se transformar em 2 vias com uma nova curvatura para não travar as intenções do empresários do Jaracaty Shopping, além de que deram boa parte do terreno da avenida pro Shopping. Este elevado é a maior aberração da engenharia já visto em todos os tempos nesta cidade, existem engenheiros querendo ir embora da cidade por vergonha, agora eles dizem que não sabem se pelo rombo ou pela “burrice” mesmo, isso aí, “burrice” porque ninguém consegue entender que a cidade tanta clama por via maiores e com maior possibilidade de fluidez no transito e os “entendidos” conseguem ainda diminuir o tamanho e a fluidez da via…. ah desisto, é muita burrice para minha cabeça, sinto vergonha por conta disso!! Se indignem, reclamem, protestem, não podemos mais nos calar!!

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