Só três deputados do MA votaram para manter Coaf com Sérgio Moro

O plenário da Câmara aprovou, ontem (22), o texto-base da medida provisória do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que reestrutura o governo, mas impôs derrota ao governo.

Por 228 votos a 210, foi retirado do ministro da Justiça, Sergio Moro, o controle sobre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão que faz relatórios sobre movimentações financeiras suspeitas e que o ministro considera estratégico no combate à corrupção. Pela versão que recebeu aval dos deputados, ele voltará a ser da alçada do Ministério da Economia.

Dos 18 deputados federais maranhenses, 15 participaram da votação. E apenas três deles votaram para manter o órgão sob o controle do Ministério da Justiça: Eduardo Braide (PMN), Edilázio Júnior (PSD) e Pastor Gildenemyr (PMN).

Abaixo, a lista completa de como votaram os maranhenses.

(Reprodução/Folha de S. Paulo)

6 pensou em “Só três deputados do MA votaram para manter Coaf com Sérgio Moro

  1. Se o eleitor do Maranhão fosse um povo inteligente não votaria nesses deputados que foram contra a Lei, isso mostra o quanto eles são a favor dos bandidos e da desordem no erário público. Resumindo, são bandidos travestidos de políticos!

  2. Deputados Federais do Maranhão que votaram “NAO” sobre o COAF permanecer junto ao ministério comandado por Sérgio Moro:
    André Fufuca, Bira do Pindaré, Cléber Verde, Gastão Vieira, Gil Cutrim, Hildo Rocha, Josimar Maranhãozinho, Júnior Lourenço, Márcio Jerry, Marreca Filho, Pedro Lucas Fernandes e Zé Carlos.
    Vocês tem medo de algo? Expliquem aos seus eleitores! Por que votaram contra o povo? Este não aguenta mais tanta corrupção no país.
    2022 virá.

  3. Fazendo uma análise fria, percebemos que os que foram contra o COAF permanecer com o Moro, são os que temem a justiça. São os que tem rabo preso.

  4. Bira do Pindaré, Marcio Jerry, Pedro Lucas, Kleber Verde, Gil Cutrim e companhia São parasitas, que querem ver a corrupção campear noz Brasil é nisso ó Maranhão faz escola nesse governo comimista

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