Covid-19: recorde de casos na Ilha é desafio a Dino em meio a reabertura

O último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES) sobre o avanço da Covid-19 no Maranhão acendeu uma luz de alerta no governo.

Na próxima semana passam a valer, a partir de segunda-feira (25), novas regras sobre o funcionamento do comércio. Começa a ser liberado o funcionamento de pequenas empresas familiares (reveja).

A decisão de reabrir parte do comércio, no entanto, foi tomada num momento em que a gestão comunista acreditava estar diminuindo o número de casos na Região Metropolitana de São Luís. Na quinta-feira (21), por exemplo, só na capital, haviam sido registrados apenas 40 novos casos da doença.

Ocorre que esses números não levam em consideração a subnotificação em virtude da baixa testagem que vem sendo realizada em todo o Maranhão. E, um dia depois, na sexta-feira, já com um recorde de 2,3 mil testes diários, os casos na Grande Ilha subiram a 468. Um recorde (saiba mais).

Assim, pode-se considerar que a decisão de reabrir foi tomada “no escuro”. E representam um grande desafio a Flávio Dino: decidir se será viável manter a flexibilização das restrições no momento em que, acredita-se, a Ilha chega ao pico da pandemia (leia mais); ou se será necessário recuar.

O próprio governador admite que as medidas serão “reavaliadas a cada semana”.

Que essa reavaliação seja feita com base em dados concretos. Não em achismos ou torcida…


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