Saída de Madeira reforça tese de consórcio

Logo após o lançamento da sua pré-candidatura a prefeito de São Luís, ainda em janeiro – quando filiou-se ao Solidariedade – o juiz federal aposentado Carlos Madeira foi bombardeado por questionamentos sobre a possibilidade de o seu projeto ser apenas mais um dos tantos incentivados pelo Palácio dos Lões.

Seria o ex-magistrado mais um membro do tal consórcio?

Madeira rechaçou a tese.

“Não serei um candidato de oposição ao Governo do Estado, porque o que está em disputa é a eleição municipal, mas não ficarei em cima do muro, porque quem fica em cima do muro apanha dos dois lados. Então, eu tenho posição: a minha posição é em favor da gestão. Se para fazer gestão tiver que mostrar pontos que eventualmente possam atingir A ou B, na perspectiva do debate, isso será posto, eu não terei medo”, declarou.

E reforçou: “Se para fazer gestão significa desconstituir discursos que estão montados que possam eventualmente contrariar A ou B isso será feito. Eu coloco minha cara, nesse contexto, na vitrine”.

Ele já não havia convencido muito quando, logo após o ato de filiação, partiu para o Palácio dos Leões, para um encontro com o governador Flávio Dino (reveja).

Agora, em outubro, horas depois de Madeira abdicar de sua candidatura a prefeito, o Solidariedade abriu as portas para receber o PCdoB, e, então, declarar apoio à candidatura de Rubens Júnior, o mais governista dentre todos os candidatos leoninos.

Mas o tal consórcio não existe…


6 pensou em “Saída de Madeira reforça tese de consórcio

  1. Esse madeira se juntou com essas duas vasilhas furadas. Não ia longe mesmo. Foi melhor pegar covid-19. Assim saiu numa boa. Braide vai destruir em cinzas esse consórcio comunista.

  2. Membro do Consorcio até o Talo, sem duvidas agora.
    Mas foi bom, os votos dele deverão ir para o Braide, e ele, que de honesto não tem nada, pois um Juiz que é assalariado não vive no padrão de vida que ele vive, só se herdou dinheiro de alguém. O importante que por força do destino ele foi para o espaço. Tchau Madeira.

  3. Lamentável, porém a insufissiciência de votos do “ex” candidato, até para si mesmo, não vai levar campanha de A ou B para frente. Seguimos.

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