Dino sobre bolsonarismo: ‘Que o demônio volte para o inferno’

O ex-governador do Maranhão Flávio Dino, pré-candidato do PSB ao Senado, defendeu, durante entrevista ao Valor Econômico, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha “modulação programática” e que haja uma campanha judicializada para evitar o que considera abusos do presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados nas eleições deste ano.

Dino segue acreditando na vitória de Lula em outubro e diz que o programa de governo do petista deve contemplar concretamente a presença do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) como vice na chapa. “Não basta botar o Alckmin, é preciso que o que Alckmin representa esteja no programa de governo, senão fica um negócio ‘fake’, e perde a potência eleitoral”, advertiu.

“Como você contrasta o extremismo? Com amplitude, e aí tem que ter uma permeabilidade em relação à sociedade, inclusive programática. Não basta você juntar pessoas, siglas. É preciso que você tenha modulação programática. O programa tem que ser centrista, de mudanças moderadas, mudanças nos marcos da Constituição, e sem muita aventura. Minha hipótese é que a sociedade está exaurida de conflito, de aventura. Acho que essa é a eleição da sensatez, do bom senso”, pontuou Dino.

O ex-governador maranhense declarou que a campanha precisa ser judicializada. ”Eu acredito que esta vai ser uma campanha intensamente judicializada. É preciso que seja, uma vez que você está lidando com um adversário que não tem apreço pelas regras do jogo. Para evitar que ela [a campanha] descambe ainda mais para a violência aberta, física, você vai ter que controlar desde logo esses extremismos bolsonaristas. O caminho principal, sem dúvida, é o próprio Poder Judiciário. Os abusos bolsonaristas estão aí, tem que começar agora: uso de meios de comunicação, da TV Brasil, da máquina pública federal para fazer campanha”, completou.

Sobre Lula, Dino afirma estar convicto do seu favoritismo, mas diz torcer para o avanço de um apossível terceira via, como forma de fazer o bolsonarismo “volte para o inferno”

“Qualquer coisa que se consolide fora do bolsonarismo atrapalha o crescimento dele. A terceira via só cresce disputando pelo campo da direita. O que drenou a energia vital do pensamento de centro-direita no Brasil não foi o Lula, não foi a esquerda, foi a extrema direita, foi o bolsonarismo. Ela [terceira via] tem que de fato combater o bolsonarismo na eleição de 2022, e para ter sobrevivência no futuro. Eu espero que eles tenham êxito, porque Bolsonaro perderá, mas nós precisamos que também o bolsonarismo volte para a sua casinha. [Precisamos] que o demônio volte para o inferno”, opinou.


18 pensou em “Dino sobre bolsonarismo: ‘Que o demônio volte para o inferno’

  1. Esse comunista energúmeno é o principal aliado só demônio, fez no Maranhão o que o Satanás veio para fazer nessa terra , roubar ,atar e destruir.

  2. Não gosto de Bolsonaro, muito menos de Flávio Dino. Agora um cidadão desse ainda ter a coragem de falar sobre uso da máquina?! Logo tu?! Quem não te conhece que te compra. Como diria um dos seus beneficiados: um acinte! Kkkk

  3. O funcionário público dará o troco para esse demônio FLÁVIO Dino que nunca olhou para os funcionários. Ladrão que chama outro de chama outro de ladrão nunca terá cem anos de perdão. Ninguém votará nele para senador. O Roberto Rocha mesmo que perca será o nosso senador moral.

  4. “Aquilo que o homem semear, isso Tambem colherá” Galatas 6:7
    Ex governador flavio dino, muito cuidado com suas palavras. Um dia você será envergonhado. Depois nao reclame o porquê tais coisas acontecem na vida.

  5. Sarney e Flávio Dino têm em comum uma singularidade que jamais serão alcançadas, especialmente no campo da política, embora as particularidades de cada um sejam posicionadas antagonicamente. O ex-presidente da república, pelo seu jeito conciliador, manso, bom espectador, aconselhador e cheio de visão de mundo, a ponto de ser respeitado e reverenciado por toda parte do planeta, jamais terá sua inteligência e sabedoria política igualada por um outro ser vivente. Em sentido contrário, temos o ex-governador Flávio Dino, pela natureza togada, selvagem, desamorosa, autoritária, intolerante, perseguidora, cheia de ódio, arrogante e até diabólica (ele cultua/cita muito o demônio) jamais será igualado e nem se quer seguido, ou usado como referência no universo político e principalmente cristão, uma vez que nestes dois casos, as características do Sr. José Sarney são majoritariamente cabíveis. Sarney é uma porta aberta para todos, basta ver a peregrinação de políticos de todas as correntes atrás dele pedindo conselhos e saem de lá bem aconselhados e, por vezes, com decisões formadas, dada boa orientação do “Dono do Mar”. Flávio Dino oferece um caminho contrário aos seu aliados de ocasião porque nada pôde oferecer, a não ser as regalias do governo, durante quase 8 anos e agora sente o peso nas costa da falta de carisma, de respeito ao contraditório, de amor aos mais pobres(ver indicadores sócio-econômicos do MA) e amarga uma solidão absurda como simboliza fielmente a grande foto dele em um local público no qual, quase nenhum ser vivo se encontra sem companhia. Isso é o preço que ele paga por não respeitar os pobres, não respeitar os adversários, não respeitar deputados estaduais, federais e até o presidente da república que foi aleito pela maioria dos brasileiros. Ao Sarney, parabéns pela vida longa e pela contribuição que sempre deu ao pais. Ao Flávio Dino, resta-nos ficarmos tristes por ele não ter feito um governo de crescimento, de paz entre as pessoas e ter cultuado insistentemente a desordem nacional, a discórdia entre os cristãos, demonizando os evangélicos que apoiam Bolsonaro e endeusando os que apoiam Lula. E o Sarney recebendo, aconselhando e abençoando todos eles. Que o Sarney viva mais 90 anos e que Flávio Dino o visite pelo menos uma vez por semana.

  6. O idiotão começa com um discurso meio acadêmico, parecendo os professores vazios doutrinadores da UFMA e finaliza ‘a la’ silas malafaia. Vá entender

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.