Precatórios do Fundef: professores não aceitam acordo para pagar honorários a advogados do Sinproesemma

Terminou sem acordo uma audiência de conciliação ocorrida nesta quarta-feira, 12, no STF, no processo em que advogados do Sinproesemma tentam ficar com pelo menos 15% da parcela destinada aos professores maranhenses dos chamados “Precatórios do Fundef”.

Os profissionais da educação do Estado são representados no caso pelos deputados estaduais Rodrigo Lago (PCdoB) e Carlos Lula (PSB), ambos tamb’m advogados.

Na audiência, os representantes do sindicato chegaram a propor a redução do percentual dos honorários para 13%, o que não foi aceito.

Os professores alegam que o valor integra deve ser repassado à categoria, argumento que já foi sustentado, ainda, pela PGR e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) do Maranhão.

“Não teve acordo! Acabamos de sair da audiência no STF e o dinheiro continua em conta. Agora, é esperar a decisão do ministro relator. Temos fé que vamos vencer! Os 15% são dos professores!”, destacou nas redes sociais o vice-governador Felipe Camarão (PT), ex-secretário de Educação.

Com isso, o caso precisará ser julgado pelo plenário do Supremo.

13 pensou em “Precatórios do Fundef: professores não aceitam acordo para pagar honorários a advogados do Sinproesemma

  1. Esse cara quer é fazer palanque pra 2026 , nesse caso ….o valor dos advogados é justo …se não fosse eles o processo não teria iniciado.

    • Não precisava , pois a PGE , de todos os estados envolvidos foram previdente na defesa dos interesses dos envolvidos…nunca é tarde lembrar que os Estados receberam um valor considerável.

    • Esses advogados nunca fizeram nada pelos professores quem entrou com essa causa na justiça foi o governo do Estado e ganhou essas assembléias que o presidente do sindicato diz que realizou 19 assembleias não tem um documento assinado pelos professores agora estão jogando o barro na parede pra ver se cola. Esse sindicato que é pago com nosso dinheiro pra nós defender quer é tomar nosso dinheiro que já é pouco esse dinheiro não é pra advogado é nosso.

      • Aqui no Ceará foi do mesmo jeito! Um escritório ligado ao sindicato pressiona os professores por honorários. Eu já recebi várias ligações cobrando. O Governo do Ceará foi claro ao afirmar que foi o Estado que fez a ação e não o escritório associado ao sindicato.

    • Nada haver ação advocaticia nesse procedimento, pois não precisava sendo direito líquido e certo! Não cola com professores que sabem lutar pelos seus direitos.

    • Não é justo. Por que 90% dos professores não solicitaram entrar na justiça com Advogados. Justo seria descontar os valores quem solicitou os advogados.

  2. Pelo menos apareceu alguém prá nos defender.Agora contar com o bom senso desse ministro ou com o plenário do STF

  3. Esses advogados nunca fizeram nada pelos professores quem entrou com essa causa na justiça foi o governo do Estado e ganhou essas assembléias que o presidente do sindicato diz que realizou 19 assembleias não tem um documento assinado pelos professores agora estão jogando o barro na parede pra ver se cola. Esse sindicato que é pago com nosso dinheiro pra nós defender quer é tomar nosso dinheiro que já é pouco esse dinheiro não é pra advogado é nosso.

  4. Não vamos aceitar pagar honorários advocatícios. Vamos lutar. Os 15% do fundeb é direito nosso. Não abrimos mãos. Que eles e quem junto com eles fechou acordos em nosso nome, apresentem as Atas das assembleia que constam nossa nosso conhecentimento, caso contrário. Nada feito nem mesmo 3% iremos concordar. Pode demorar mas esse engodo não terá êxito.

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