
O ex-presidente e atual pré-candidato à Casa Branca, Donald Trump, avalia impor restrições à emissão de vistos para brasileiros durante a Copa do Mundo de 2026. A informação foi publicada pelo jornal português A Bola nesta terça-feira (30), com base em fontes ligadas à campanha republicana. A medida, caso implementada, poderia impedir a entrada de torcedores do Brasil nos Estados Unidos durante a realização do torneio, que será sediado conjuntamente por EUA, México e Canadá.
A justificativa seria política: de acordo com a reportagem, Trump vê no endurecimento das regras de imigração uma forma de pressionar o governo brasileiro e influenciar o cenário eleitoral do país. Os Estados Unidos receberão a maior parte dos jogos do Mundial, inclusive a final, prevista para o MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A possibilidade de restrição já causa apreensão entre autoridades esportivas e diplomáticas. Nos bastidores, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acompanha o caso com preocupação, temendo prejuízos à presença da torcida brasileira em jogos da seleção. Fontes ouvidas pela imprensa internacional relatam que a FIFA também monitora o tema, mas até o momento não se pronunciou oficialmente.
A Lei Magnitsky — recentemente utilizada pelos Estados Unidos para sancionar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes — foi citada como um precedente de ingerência que, segundo analistas, reforça o tom político das possíveis restrições.
A postura de Trump contraria promessas feitas anteriormente por representantes da FIFA e autoridades do governo Biden, que garantiram livre acesso a torcedores de todo o mundo. Caso eleito, Trump reassume o comando dos EUA em janeiro de 2025, pouco mais de um ano antes do início da Copa.
A medida, se confirmada, afetaria diretamente milhares de brasileiros que tradicionalmente acompanham a seleção em grandes competições internacionais. Além disso, pode criar um impasse diplomático de grandes proporções entre Brasil e Estados Unidos às vésperas do maior evento esportivo global.

Se ele ainda for presidente até lá…
Uma reportagem como essa só me faz lembrar de Ariano Suassuna: o Brasil tá dividido em dois tipos de classe, os que já foram na Disney e os que não foram.
Agora mudou um pouco esse conceito onde temos os apoiadores de Trump e os defensores do Brasil.
A ser verdade essa história de restrição a brasileiros em ir assistir a copa do mundo, a CBF é quem terá que se manifestar oficialmente através da FIFA no momento oportuno.
O Brasil tá acima de tudo isso, apesar dessa turma de traíra que só tá pensando em tomar o poder pra eles mesmo, somos um país grande e nossa soberania não tem preço. O Brasil não tem patrão, nós temos história de lutas pra chegar até onde estamos e não vai ser um lunático desse Trump envolvido pelas mentiras desses malucos do Bolsonaro que vão nos jogar na lama.
Já bastam os 04 anos de loucuras do governo dele.