Gilmar Mendes afirma que STF não aceitará impeachment de ministro motivado por voto

Foto: Antônio Augusto/STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, declarou nesta segunda-feira (15) que o STF não aceitará pedidos de impeachment de ministros baseados exclusivamente em votações ou decisões judiciais.

A fala de Gilmar ocorreu durante sua participação em ato público em São Paulo, organizado pelo Fórum Direitos Já, que reunia representantes de 11 partidos com o objetivo de defender a soberania nacional e rejeitar iniciativas de anistia.

Segundo ele, um dos propósitos do encontro era contrapor o avanço de candidaturas bolsonaristas ao Senado, que estariam articulando pedidos de impeachment como retaliação política. Gilmar afirmou que “impeachment deve ser um processo regular” e que “se for por conta de voto de ministro, seria irregular”.

O ministro ressaltou ainda que o STF está unido para defender a democracia e que seria “absurdo” se decisões judiciais, como votos de ministros, fossem utilizadas como justificativa para retaliações institucionais.

5 pensou em “Gilmar Mendes afirma que STF não aceitará impeachment de ministro motivado por voto

  1. Isso no já daria processo de impeachment contra ele? Ele mostra na cara dura partidarismo participando de evento como esse com cunho político. E outra, eles que mandam no Brasil, eles fazem o jogo, jogam em campo e ainda apitam o jogo. Brasil, meu Brasil brasileiro…

  2. Gilmar Mendes será sempre lembrado como o pior ministro do.STF de todos os tempos. Alguns de seus pares como Joaquim Barbosa e Luis Roberto Barroso descreveram bem sua índole e da dificuldade de conviver com o mesmo visto seu caráter de legislar em favor de tudo que é contrário a lei. Só mesmo no Brasil um cidadão desse naipe é Ministro do Supremo Tribunal Federal e ainda tem suas opiniões reproduzidas e defendidas por parte da imprensa.. Conhecido como lacaio do PSDB e forte crítico do PT , transformou-se rapidamente em herói da esquerda quando Sérgio Mouro abriu a oportunidade de destruição da lava jato quando aceitou ser Ministro de Bolsonaro. Um erro grave que enterrou uma oportunidade única de combate a corrupção no Brasil que tinha amplo apoio popular.

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