
A deputada estadual e secretária de Estado da Mulher do Maranhão, Abigail Cunha, divulgou nota oficial em suas redes sociais nesta quinta-feira (2) para rebater informações que circularam em blogs e redes sociais a respeito de suposta declaração atribuída a ela sobre a alimentação típica do interior do Estado. Segundo as publicações, a parlamentar teria afirmado que “comida do interior é purgante” ou expressão semelhante, o que foi classificado por ela como uma “informação distorcida” e de cunho “politiqueiro”.
Na manifestação, a deputada esclareceu que a frase citada foi retirada de contexto e se referia exclusivamente a uma dieta restrita adotada por recomendação médica, em razão de tratamento proctológico. Abigail informou que, durante o período, estava ingerindo alimentos pastosos e laxantes para a realização de exames complexos em São Paulo.
“A frase ‘depois de alguns dias, só nos purgantes feito nós do interior’ referiu-se à dieta restrita somente à comida pastosa e aos laxantes, purgantes ou purgativos para contrações intestinais que a Secretária estava ingerindo devido ao tratamento de proctologia para a posterior realização de exames complexos na cidade de São Paulo, incluindo uma Ressonância Magnética da Pelve com Defeco-RM, todos com documentação comprobatória”, diz o comunicado.
A parlamentar destacou ainda sua atuação à frente da Secretaria da Mulher, citando a execução de programas sociais em benefício das maranhenses. Entre as iniciativas, mencionou a Carreta da Mulher Maranhense, que já percorreu cerca de 90% dos municípios levando atendimentos médicos, exames e serviços de saúde. Abigail ressaltou também as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher e as ações voltadas para autonomia econômica feminina, como cursos de capacitação e a entrega de kits de apoio ao empreendedorismo.
Por meio da assessoria, Abigail Cunha reforçou seu respeito à cultura, tradições e à gastronomia do Maranhão e repudiou qualquer interpretação que a associe a declarações preconceituosas contra a população. “A Secretaria da Mulher não se manifestou e jamais se manifestaria dessa forma. Esperamos que a prática da desinformação seja combatida por profissionais da comunicação responsáveis”, concluiu.
