‘Fatalidade’, diz advogado de médico sobre morte de empresária após procedimento estético

O advogado Lymark Kamaroff emitiu nesta quarta-feira, 21, em nome do médico Alexandre Augusto, uma nota de esclarecimento em virtude da morte da empresária Ariene Rodrigues, natural de Pinheiro.

O óbito ocorreu após a jovem se submeter a um procedimento de lipoaspiração com o profissional de saúde.

No comunicado, a defesa de Augusto diz que a paciente não tinha comorbidades e que, portanto, estava sem empecilhos para a realização do procedimento.

Segundo o texto, “ao que consta a paciente foi vitimada por uma fatalidade, que nada tem haver com qualquer falha do profissional, que prestou todo o atendimento e não poupou esforços para tentar evitar este fatídico desfecho”.

Veja a seguir a nota na íntegra:

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    • E não ficou apenas no “impencílio”. No parágrafo seguinte da dita nota, consta “que nada tem ‘haver’ com qualquer falha do profissional”…, quando a expressão correta a ser utilizada é ‘nada a ver’ (separado, sem H, indicando falta de relação ou ligação no caso). Haver (com H) é verbo que significa existir, acontecer ou indicar tempo decorrido. Pelo visto, quem falhou feio foi o causídico.

    • No parágrafo seguinte empregaram equivocadamente “haver” (verbo que significa existir, acontecer ou indicar tempo decorrido), quando o correto é “nada a ver” ( separado e sem o H, indicando falta de ligação ou relação com o caso). Alô, OAB/MA!!!

  1. Lendo a nota de esclarecimento do dr. Lymark, sobre a fatalidade que acometeu a jovem Ariene fiquei de queixo caído, como ele assinou esse documento onde grafaram impencilio, em vez de empecilho. É triste.
    Notamos esses erros ortográficos em muitas peças dos advogados.

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