
O governador Brandão reuniu 23 vereadores de São Luís no Palácio dos Leões, nessa quarta-feira (10), para um diálogo produtivo sobre as ações da sua gestão na capital. O encontro, que não contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Victor, serviu para fortalecer parcerias que transformam a cidade, a exemplo das obras estruturantes que estão em execução.
Ao mobilizar seus aliados no parlamento municipal de São Luís, Carlos Brandão pretende dar maior visibilidade às realizações do governo na capital. A missão de cada um será divulgar, de maneira clara e precisa, as obras e demais ações da administração estadual em seus respectivos redutos políticos.
No diálogo com os vereadores, Brandão listou as obras do governo em execução em São Luís, entre elas a Nova Litorânea, Avenida Metropolitana, Canal da Macaúba, Canal da Areinha, reforma do Viva da Cidade Operária, Praça do Bequimão, arena de beach soccer da Camboa e pavimentação de ruas em diversos bairros.
O governador também listou aos representantes do Legislativo municipal as obras já entregues na capital, como a Praça do Sol, Praça dos Açores, requalificação da Lagoa da Jansen, primeiro CAPS AD III, no João Paulo, primeiro Laboratório de Doenças Raras do Maranhão, primeira Oficina Ortopédica da Rede Estadual de Saúde e muitas outras intervenções.
“Com diálogo, municipalismo e união de esforços, seguimos trabalhando para melhorar a vida dos ludovicenses”, ressaltou Brandão.

Parecer mais um bando com seu coronel , tu junto todos ai não tem quase nada de serviço por são luis
Quem lê as matérias triunfalistas e os releases oficiais distribuídos à imprensa não consegue mensurar, nem de longe, o real tamanho do desespero que assombra os bastidores da família Brandão. Por trás dos sorrisos ensaiados e das fotos posadas, o clima é de absoluto pânico. A crise de confiança é tão profunda que atingiu o núcleo duro do grupo. Até mesmo os aliados de primeira hora aqueles que antes juravam fidelidade cega já estão visivelmente balançados. O racha interno não é mais um boato de corredor, é uma realidade impulsionada pelo instinto de sobrevivência política. A possibilidade de abandonar o barco virou pauta prioritária nas rodas de conversa reservadas, motivada por um medo muito claro: o risco iminente de não conseguirem renovar os seus próprios mandatos arrastados por essa onda de rejeição. A leitura consensual nos bastidores é categórica. Pode fazer o que fizer, pode “derramar dinheiro no balde” e gastar a estrutura que for, mas essa eleição simplesmente não vai prosperar. O projeto político nasceu natimorto e o eleitorado já deu sinais de que não aceitará a continuidade. No fundo, todo o meio político incluindo os secretários, deputados e prefeitos da base já sabe desse destino trágico. No entanto, o pragmatismo (ou o cinismo) fala mais alto. Enquanto o navio não afunda por completo, a estratégia do grupo é uma só, mamar nas tetas do palácio até onde der, exaurindo a máquina pública até o último minuto, antes que as urnas finalmente cobrem a conta.
Bem aí está o calcanhar de Aquiles do governador, vincular a imagem dele a meia dúzia de canalhas rejeitados pelo povo. Nisso o Braide leve vantagem em São Luís.