Busca e apreensão em escritório de SLZ revela esquema na Prefeitura de Brejo de Areia

O resultado de uma operação de busca e apreensão em um escritório de contabilidade de São Luís culminou com a descoberta de um esquema de desvio de recursos do Fundeb em Brejo de Areia.

As primeiras informações colhidas pelo blog dão conta de que a ação foi desencadeada pelo MPF e pela CGU.

O recurso deveria ser aplicado na reforma de escolas, mas a Prefeitura, com apoio do escritório, dava outros destinos ao dinheiro.

Mais informações à tarde.

Cláudio Trinchão presidirá o PSD no Maranhão

trinchãoO secretário de Estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, será o presidente do PSD no Maranhão. A informação é de fonte da cúpula do novo partido.

Segundo o interlocutor, Trinchão foi convidado para o posto pelo secretário-geral da legenda, Saulo Queiroz, e já conversou sobre o assunto com  Gilberto Kassab, presidente nacional.

Trinchão aceitou a missão sobretudo pelo  desejo que tem de candidatar-se a deputado federal em 2014. E nada melhor do que entrar na disputa comandando o partido.

O problema é que ascensão dele ao posto pode culminar com a saída de outros membros da sigla.

Caso Décio: “Tá todo mundo preso lá”, diz irmão de agente acusado de envolvimento com quadrilha

Bolinha, Miranda, Gláucio e demais envolvidos têm prisão decretada também no PI; apenas "Bucheca" escapou desta vez

“Bolinha”, “Buchecha”, Miranda e Gláucio, presos na Operação Detonando

Uma conversa entre o delegado de Polícia Civil aposentado Sebastião Justino da Silva Neto e seu irmão, o agente de Polícia Civil Alcides Nunes da Silva, às 8h40 do dia 13 de junho do ano passado – dia da prisão de oito dos denunciados por encomendar e executar o assassinato do jornalista Décio Sá – revela a supresa do policial suspeito de envolvimento com a quadrilha ao saber da notícias de que os supostos comparsas estavam presos.

Justinho estava em São Luís, Alcides, no interior do estado, já que havia sido inserido pela SSP numa missão na região de Carutapera justamente para estar fora da cidade no dia da deflagração da Operação Detonando. O objetivo era evitar que ele e o também agente Joel Durans – ambos com estreita relação com o grupo comandado por Gláucio Alencar – pudessem vazar alguma informação sobre a ação policial.

“Tá todo mundo preso lá”, anuncia Justino. Alcides se mostra surpreso: “É mesmo?!”.

Em outro trecho (veja a transcrição abaixo ou baixe o áudio aqui) eles comentam a ligação do crime de São Luís com o assassinato de Fábio Brasil, em Teresina, a principal linha de investigação e que levou à elucidação do caso.

Como as prisões tinham acontecido poucas horas antes da conversa gravada com autorização da Justiça, Justino mostra certo desconhecimento sobre quem estava ou não preso. E chega a dizer que o deputado Raimundo Cutrim (PSD) havia sido detido pela polícia – Cutrim e Justinho estão denunciados juntos em outro processo, sobre grilagem de terras (reveja).

“O Cutrim já foi?”, pergunta Alcides. “Já tá preso, já. Tem oito presos já. [ininteligível]. Diz que a governadora vai até divulgar também”, responde o delegado aposentado. Na verdade, apesar de citado no caso, o deputado sequer foi investigado. O TJ ainda precisa se posicionar sobre isso.

Os dois grampeados também comentam sobre uma suposta “ajuda” de Gláucio Alencar à campanha do deputado peessedista. “O Gláucio, ele disse que o Gláucio [ininteligível] ajudou ele na época, na campanha”, afirma Justino. O agente concorda: “Ajudou”.

Justino: Tá todo mundo preso lá. A história lá. Liguei lá [ininteligível]. Já foi preso o Gláucio, o Miranda. Estourou a bronca.

Alcides: É mesmo?! É mesmo?!

Justino: Prenderam o cara também [ininteligível]. A ligação é certinha aquela, entendeu?

Alcides: Sim.

Justino: A ligação é certinha com o Pará. Não sei se prenderam o cara do Pará, mas parece que já prenderam o [ininteligível].

Alcides: Mas tá envolvendo quem, o Júnior?

Justino: Hein?

Alcides: Prenderam ate Gláucio, é?

Justino: Prenderam até Gláucio já. Miranda. Todo mundo.

Alcides: É mesmo?

Justino: É por aquela história de Teresina, tá entendendo? Relacionando uma coisa com a outra. [ininteligível]. Eu tô te falando porque aquela história de ontem que nós conversamos ontem bateu certinho, tudinho

Alcides: É, mas ele não tem nada a ver. O Gláucio não tem nada a ver.

Justino: É não tem nada a ver, não.

Alcides: O Cutrim já foi?

Justino: Hein?

Alcides: Cutrim não?

Justino: Já tá preso, já. Tem oito presos já. [ininteligível]. Diz que a governadora vai até divulgar também.

Alcides: É né? Ontem mesmo eu tava com ele. [ininteligível]

Justino: O Cutrim me disse agorinha, me confirmou, que é amigo dele e de Junior. [ininteligível]. Ele confirmou agorinha.

Alcides: Que é amigo do Júnior?

Justino: Amigo do Júnior Bolinha. Carrega, usa caçamba dele, não sei o que é que tem. [ininteligível]. Mas através daquele outro cara também.

Alcides: [ininteligível]

Justino: Não, eu tô dizendo é o Gláucio. O Gláucio, ele disse que o Gláucio [ininteligível] ajudou ele na época, na campanha.

Alcides: Ajudou.

[ininteligível]

Alcides: … o cara que mataram no Araçagy ontem, antes de ontem.

Justino: É. Ele que entregou tudinho e não protegeram o cara. Morreu de graça e deixou a família toda chorando aí.

Alcides: [ininteligível]

Justino: Aí Júnior Bolinha vai botar ele realmente por isso. Sabe quem vai envolver? O Júnior Bolinha vai envolver o Gláucio na história de Teresina.

Alcides: Ontem mesmo eu tava com ele, rapaz, com o Gláucio lá. Eu tive lá com ele, na casa dele lá [ininteligível].

PDT libera Graça Paz para sair

Do blog do Jorge Aragão

Em reunião concluída no início da noite desta quinta-feira (23), a cúpula do PDT no Maranhão acabou confirmando a liberação da deputada estadual Graça Paz da legenda. O encontro foi comandado por Julião Amin (presidente estadual do PDT) e o deputado federal Weverton Rocha (presidente municipal do PDT).

Graça Paz estava em situação delicada na legenda, após o marido, Clodomir Paz, ter deixado o PDT e integrar a equipe da governadora Roseana Sarney (PMDB), ocupando o cargo de secretário de Projetos Especiais.

A parlamentar chegou a ser alvo inclusive de uma Nota de Repúdio da Juventude Socialista do PDT (reveja aqui). No entanto, o PDT toma uma decisão amadurecida e libera a parlamentar, afinal não adianta permanecer com alguém no seu quadro que não está mais satisfeito.

Graça Paz ainda não foi comunicada da decisão e também não decidiu em qual partido irá disputar as eleições de 2014, mas uma coisa é certa, não será mais no PDT.

Gastão critica uso de afirmação sua fora do contexto

gastao_dinoO ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB-MA), publicou um desabafo hoje (23) em sua página no Facebook. Após explicar que o espaço na rede social é pessoal, ele faz uma referência à política maranhense.

“Lamento constatar a radicalização e como está medíocre a discussão política no Maranhão, com opiniões e afirmações fora de qualquer contexto”, escreveu.

Gastão não disse, mas se referia a uma série de posts publicados semana passada, sobretudo na mídia oposicionista do estado, dando conta de que ele teria elogiado a atuação de Flávio Dino (PCdoB), presidente da Embratur.

“Flávio resumiu bem os ótimos resultados que estamos obtendo com nossa promoção internacional”, postaram sites e blogs ligados ao comunista.

O que ninguém explicou é que o posicionamento público de Gastão ocorreu durante evento do MTur, após Dino reconhecer o bom trabalho do peemedebista. O ministro, na verdade, estava agradecendo Dino por ele reconhecer os avanços do Ministério como um todo.

Mas a declaração isolada foi pinçada pelos oposicionistas na tentativa de criar a imagem de gestor competente do comunista. E gerou a reação de Gastão Vieira.

Apenas regionais controladas pelo PCdoB ainda querem greve de professores

Está claro que a tentativa de manutenção da greve dos professores da rede estadual de ensino do Maranhão não passa de puro jogo político da oposição – do PCdoB, mais especificamente.

Das 17 regionais que já realizaram assembleias para decidir sobre se aceitam ou não a nova proposta do Estatuto do Educador entregue pelo Governo do Estado, 13 votaram pelo fim da greve.

E, das quatro que decidiram pela manutenção do movimento paredista - São Luís, Timon, Caxias e Chapadinha -, as três primeiras são, curiosamente, as sediadas em municípios administrados pela oposição. E (ainda não mais que curiosamente) sob forte influência da turma ligada a PCdoB de Flávio Dino.

siteO próprio site do Sinproesemma (veja imagem ao lado) dá link para o portal Vermelho, controlado por comunistas.

É claro que isso tudo pode não querer dizer nada, mas pode se também prova do tipo de aparelhamento que tem sido levado a cabo pelo PCdoB na desenfreada luta pela eleição de Dino.

Caso Décio: áudios mostram ligações entre acusados dias antes das prisões

Uma série de áudios das interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça de membros do que o Ministério Público e a Polícia Civil afirmam ser a quadrilha que encomendou a morte do jornalista Décio Sá revela detalhes de como os acusados se comportaram nos dias que antecederam ao desencadeamento da Operação Detonando, em 13 de junho do ano passado.

As conversas que você pode ouvir a seguir têm como principais personagens Gláucio Alencar e os investigadores da Polícia Civil Alcides Nunes e Joel Durans, e foram travadas nos dias 11 e 12 de junho.

Na primeira delas, Gláucio Alencar combina com Alcides um encontro no São Luís Shopping. Ele diz estar “agoniado”.

Baixe o áudio aqui

“Eu tava agoniado aqui. Vamos fazer o seguinte: eu ainda tô agoniado, vamos marcar amanhã meio-dia pra gente almoçar lá no Shopping São Luís”, relata o acusado, às 15h21 daquele dia.

Mais tarde, às 18h, Alcides e Durans conversam sobre uma viagem que teriam que fazer a trabalho naquela semana. Àquela altura, uma segunda-feira, faltavam menos de 48h para as prisões dos acusados.

Na conversa, no entanto, os dois agentes falam “resolver aquele negócio daquele ‘caboclo’ antes da viagem”.

O terceiro áudio é de uma nova conversa entre Alcides e Durans no dia 12 de junho, às 6h44 da manhã. Na noite anterior, por volta de 21h, havia sido assassinado Valdênio José da Silva (reveja aqui e aqui).

Os dois comentam a morte e Alcides diz que está com medo. Os dois ainda fazem comentários sobre a atuação da cúpula da Segurança, que já investigava a morte de Décio há mais de um mês.

Baixe aqui o áudio 

Alcides: Mataram aquele ‘caboclo’ lá da Pirâmide, né, envolvido na morte do Décio Sá.

Durans: Mataram ele de noite ontem. Um cara me ligou, que mataram ele umas nove horas da noite. Rapaz, olha como é que negócio tá.

[...]

Alcides: Rapaz, não tão mais respeitando [ininteligível] . Já tô com medo, já. Eu acho que ele não tinha nada a ver, mas andou falando acho que besteira. Ele falou uma ‘ruma’ de coisa pra mim.

Durans: Não tinha nada a ver com a morte do cara [de Décio].

Oficialmente, Alcides diz que aproximou-se da quadrilha para investigar a agiotagem. Mas na SSP os colegas dele não se convenceram muito dessa versão. Tanto que a inclusão dele e de Durans na viagem sobre a qual falaram na noite do dia 11 de junho foi arranjada como estratégia para tirá-los da cidade antes da deflagração da “Operação Detonando” e evitar o vazamento antecipado de informações aos acusados.

EXCLUSIVO! Daqui a pouco, áudios inéditos do “Caso Décio”

exclusivoO blog publica em instantes áudios exclusivos e inéditos das interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça no bojo das investigações do assassinato do jornalista Décio Sá.

São várias conversas entre os acusados de participação no crime, que serão detalhadas em uma série de posts. O primeiro deles por volta das 14h30.

Aguardem!

ATENÇÃO CONCURSEIROS! Veja os locais de prova do concurso da AL

As provas objetiva e discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, do concurso público aberto pela Assembleia Legislativa do Maranhão, para provimento de vagas aos cargos de Assistente Legislativo, Técnico de Gestão Administrativa, Auxiliar Legislativo Operacional e Consultor Legislativo Especial serão aplicadas em São Luís, neste domingo (26).

Os locais e horários de prova, a relação de candidatos por vaga e todas as informações adicionais sobre o concurso podem ser consultados no site da FGV (clique aqui). Os candidatos também podem obter informações pelo telefone 0800 283428.

O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das provas com antecedência mínima de uma hora do horário fixado para o seu início, observando o horário oficial de São Luís-MA, munido de caneta esferográfica de tinta azul ou preta, do comprovante de inscrição ou do comprovante de pagamento da taxa de inscrição e do documento de identidade original.

O prazo de validade do concurso será de dois anos contado a partir da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado pelo mesmo período a critério da Administração da Alema.

Inscritos 

De acordo com informações da Fundação Getúlio Vargas, órgão responsável pelo concurso, ao todo estão inscritos 18.277 candidatos às 87 vagas oferecidas.

São 13.908 candidatos às 52 vagas de assistente legislativo; 2.243 candidatos às 16 vagas de técnico de gestão administrativa; 1.744 candidatos às 16 vagas de auxiliar legislativo operacional e 382 candidatos às três vagas de consultor legislativo especial.

Com este concurso, a Alema fará o provimento de 52 vagas para cargos de Assistente Legislativo nas seguintes especialidades, de nível médio: Agente Legislativo (45), Técnico em Iluminação (1), Criador e Desenvolvedor em Web e Plataformas Digitais (2) e Tradutor e Intérprete de Libras (4). O vencimento base inicial do cargo será de R$ 2.364,90, com fundamento na Lei nº 8.838, de 11 de julho de 2008 e alterações posteriores, pode ser acrescido de vale-transporte, adicional de qualificação, ticket alimentação e plano de saúde.

O Concurso Público, cujas inscrições foram efetuadas via Internet, no endereço eletrônico www.fgv.br, será executado sob a responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas, doravante denominada FGV. Os candidatos aprovados no Concurso serão lotados na sede da Assembleia Legislativa em São Luís-MA e deverão permanecer nas unidades onde forem lotados por, no mínimo, três anos.

(As informações são da Agência Assembleia)