Ο novο momento de crescimento do Maranhão

Por Carlos Brandão

Quem vive o dia a dia sabe: números bonitos em relatórios não enche prato nem paga as contas. Dado econômico só faz sentido quando chega à vida real, quando melhora o cotidiano das pessoas. É por isso que faço questão de voltar a esse assunto. Porque o que estamos vivendo hoje no Maranhão não é só estatística. É mudança concreta.

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) acaba de divulgar o Boletim de Conjuntura Econômica do nosso estado. Mas, antes mesmo de ler o documento, sentimos seus resultados na prática. Dá para perceber na obra que não para, no comércio mais movimentado, no campo produzindo e no trabalhador voltando para casa com o salário garantido no fim do mês.

Em 2025, a economia do Maranhão cresceu acima da média do Nordeste e do Brasil. No terceiro trimestre, avançamos 4,2%, e a projeção para o ano inteiro chegou a 4%. Isso não aconteceu por sorte. É fruto de planejamento, de equilíbrio nas contas e de investimento bem feito. A indústria cresceu, o campo respondeu com força – a agropecuária avançou mais de 19% – e a economia girou.

Mas o que mais me anima não é o gráfico. É o emprego. O Maranhão hoje tem a menor taxa de desemprego do Nordeste: 6,1%. São 2,7 milhões de maranhenses trabalhando. Isso significa pai e mãe de família com dignidade, jovem tendo a primeira oportunidade, gente podendo planejar o amanhã. Quando a gente compara com os outros estados do Nordeste, o resultado aparece ainda mais claro. Estudos do Banco do Brasil mostram que o Maranhão liderou o crescimento da economia regional em 2025. E não foi um crescimento concentrado em poucos. Foi distribuído de forma equilibrada, chegando a diferentes regiões e setores.

Esse avanço tem muito a ver com os investimentos que estamos fazendo. Em 2025, o volume de investimentos públicos cresceu mais de 40%, chegando a R$ 3,8 bilhões. São estradas que diminuem distância e aproximam pessoas. São escolas mais estruturadas. São hospitais melhor equipados. É o Porto do Itaqui se consolidando como um dos mais importantes do país, abrindo portas, atraindo empresas e gerando emprego.

E o que vem pela frente é ainda melhor. Em 2026, o Maranhão seguirá entre os estados mais beneficiados pelo Novo PAC, contará com R$ 5,5 bilhões do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e continuará ampliando sua base industrial, logística e energética. Temos projeto, temos rumo e temos responsabilidade.

Mas, crescer por crescer, não basta. Nosso compromisso é crescer cuidando das pessoas. É por isso que tudo isso está conectado ao Plano Maranhão 2050, que pensa o estado a longo prazo, com desenvolvimento sustentável, redução das desigualdades e oportunidades chegando a quem mais precisa, onde quer que esteja.

Estamos criando um ambiente bom para quem quer investir e empreender. Mas, acima de tudo, estamos construindo um Maranhão mais humano. Um Maranhão onde o trabalhador tem emprego, o pequeno empresário tem apoio e as famílias podem sonhar com um futuro melhor para seus filhos.

Temos a convicção de que 2026 será mais um ano de consolidação desse novo momento do Maranhão. Um estado que cresce com responsabilidade fiscal, com planejamento e, acima de tudo, com compromisso social.

O Maranhão não pode parar. O futuro que queremos já começou.

Delegados da PF apontam “cenário atípico” em inquérito envolvendo o Banco Master

Divulgação / Banco Master e Antonio Cruz / Agência Brasil

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) emitiu uma nota técnica expressando forte preocupação com os rumos de uma investigação que envolve o Banco Master. Segundo a entidade, o inquérito apresenta um “cenário manifestamente atípico”, caracterizado por movimentações processuais que divergem dos ritos padronizados da instituição e do devido processo legal. O posicionamento surge em um momento de debate sobre a preservação das competências técnicas da Polícia Federal frente a pressões externas em casos de grande repercussão econômica.

​Os delegados argumentam que a autonomia investigativa da corporação está sendo desafiada pela forma como o caso tem sido conduzido no âmbito do Judiciário. A ADPF destaca que a independência funcional do delegado é essencial para garantir que as apurações sejam isentas, baseadas estritamente em provas e protegidas de interesses que não sejam os da justiça. Para a associação, a quebra de protocolos estabelecidos compromete a higidez das provas colhidas e a própria credibilidade do sistema acusatório.

O imbróglio jurídico ganha contornos mais complexos devido à conexão de figuras ligadas ao setor financeiro com investigações que tramitam em tribunais superiores. A manifestação da ADPF sugere um desconforto interno na corporação sobre o fluxo de compartilhamento de dados e a manutenção de sigilos, que estariam ocorrendo de maneira heterodoxa. Os delegados reforçam que a PF deve atuar com base na técnica policial, sem ser utilizada como instrumento em disputas de mercado ou narrativas políticas.

​Paralelamente, o Banco Master tem estado sob intensa vigilância após ser mencionado em notícias que relacionam suas operações a inquéritos relatados pelo ministro Alexandre de Moraes. Embora a instituição financeira mantenha o posicionamento de que suas atividades são regulares e que possui solidez patrimonial, a nota técnica da ADPF eleva o tom do debate sobre a transparência dos procedimentos investigativos. O setor bancário e investidores acompanham o caso com cautela, temendo que a insegurança jurídica afete a estabilidade do mercado financeiro.

​O desfecho deste impasse depende agora de possíveis manifestações da cúpula da Polícia Federal e do Conselho Nacional de Justiça sobre os questionamentos levantados pelos delegados. A expectativa é que a nota técnica sirva como um freio a procedimentos considerados invasivos ou fora das normas regulamentares, reafirmando os limites da atuação judicial. Enquanto isso, o inquérito permanece como um ponto de fricção institucional, evidenciando as tensões entre o trabalho de campo da polícia e as decisões de instâncias superiores.

STF torna ré mulher que disse que avião com Dino estava ‘contaminado’

Divulgação/STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, tornar ré a enfermeira Maria Shirley Piontkievicz, após aceitar denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A servidora pública paranaense agora responde a uma ação penal pelos crimes de injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança do transporte aéreo. O caso, que tramita sob sigilo, é um desdobramento de um episódio de hostilidade direcionado ao ministro Flávio Dino durante um voo entre São Luís e Brasília, ocorrido em setembro de 2025.

O incidente teve início quando a passageira identificou o magistrado e passou a proferir ofensas, chamando-o de “lixo” e afirmando que o avião estava “contaminado” pela sua presença. Documentos do processo indicam que a mulher tentou avançar em direção ao assento de Dino, sendo contida pela equipe de segurança. Enquanto a acusação sustenta a ocorrência de crimes, a defesa da enfermeira alega que ela apenas manifestou desagrado político e críticas ideológicas após ter sido impedida de se aproximar do ministro para questioná-lo sobre problemas sociais.

A defesa técnica, liderada pela advogada Joseane Silva, busca anular o recebimento da denúncia apontando supostas nulidades processuais. Entre os questionamentos está a participação inicial de Flávio Dino na votação antes de declarar seu impedimento por ser a vítima do caso. Além disso, os advogados contestam a competência do STF para julgar a servidora em primeira instância, uma vez que ela não possui prerrogativa de foro privilegiado, o que limitaria as possibilidades de recurso em instâncias superiores.

A manutenção do caso na Suprema Corte foi justificada pela PGR devido à suposta conexão com os inquéritos das Fake News e das Milícias Digitais, ambos relatados pelo ministro Alexandre de Moraes. Essa interpretação, no entanto, é alvo de debates entre juristas, que questionam a extensão do regimento interno do STF para investigar civis sem foro por críticas ou ofensas a ministros ocorridas fora das dependências físicas do tribunal. O uso desses inquéritos longevos é visto por críticos como uma ampliação controversa do alcance do Judiciário sobre a liberdade de expressão.

Atualmente, o processo segue na Primeira Turma do STF, órgão presidido pelo próprio ministro Flávio Dino, embora o magistrado não participe mais dos julgamentos relativos a este mérito específico. A servidora, que atua na Secretaria de Saúde do Paraná, aguarda os próximos passos da instrução criminal. O desfecho da ação deve estabelecer importantes precedentes sobre o rigor da lei em casos de ataques verbais a autoridades públicas e a validade de investigações iniciadas por conexão com inquéritos excepcionais da Corte.

Marinha e PRF reforçam força-tarefa para localizar irmãos desaparecidos em Bacabal

As operações de busca pelos irmãos Ágatha e Michel ganharam um reforço estratégico neste sábado (17) com a chegada oficial da Marinha do Brasil ao município de Bacabal, no Maranhão. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Brandão, que destacou a importância da cooperação entre diferentes forças de segurança para solucionar o desaparecimento das crianças. A mobilização ocorre em uma fase crítica dos trabalhos, visando cobrir áreas de difícil acesso na região.

O grande diferencial tecnológico deste reforço é o uso do side scan sonar, um equipamento especializado em localização subaquática. A tecnologia é fundamental para as buscas no Rio Mearim, cujas águas turvas e profundas dificultam a visão humana direta. Através da emissão de ondas sonoras, o aparelho permite o mapeamento detalhado do fundo do rio, identificando qualquer objeto ou forma que possa dar pistas sobre o paradeiro dos irmãos.

​Além do aparato tecnológico, o efetivo humano também foi ampliado com a chegada de mais 11 militares da Marinha. O grupo conta com o suporte logístico de uma embarcação do tipo “voadeira” e uma motoaquática, veículos que permitem maior agilidade no patrulhamento das margens e leitos fluviais. Esse aumento na capacidade operacional visa dar uma resposta mais rápida e abrangente à sociedade e à família das crianças.

O governador ressaltou ainda que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) ampliou suas ações tanto em campo quanto nas rodovias que cortam a região. A atuação da PRF é vista como peça-chave para monitorar o fluxo de veículos e verificar possíveis pistas que transcendam o perímetro rural onde os irmãos desapareceram. A integração entre forças estaduais e federais marca uma nova etapa na tentativa de localizar os menores.

O caso de Ágatha e Michel segue comovendo a população local e mobilizando autoridades em diversas frentes. Com o cerco tecnológico e o aumento do policiamento nas estradas, o governo estadual reafirma o compromisso de manter os esforços de busca ininterruptos. A expectativa é que o uso de equipamentos de varredura profunda possa trazer informações conclusivas sobre o caso nos próximos dias.

FGC inicia pagamento de garantias a investidores do Banco Master

Rovena Rosa/Agência Brasil

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou, neste sábado (17), o pagamento das garantias aos investidores que possuíam títulos de renda fixa, como CDBs, do Banco Master. A medida ocorre após a instituição financeira passar por um processo de intervenção ou liquidação, acionando o mecanismo de proteção que visa manter a estabilidade do sistema financeiro nacional e proteger o patrimônio dos pequenos poupadores.

O processo de reembolso está sendo realizado de forma totalmente digital, por meio do aplicativo oficial do FGC, o que agiliza o recebimento dos valores. Para ter acesso ao montante, os investidores precisam realizar o cadastro na plataforma, enviar a documentação necessária e assinar o termo de recebimento de forma eletrônica. O fundo estima que a maior parte dos credores consiga finalizar o processo em poucos dias, evitando filas ou burocracias presenciais.

O valor pago a cada investidor respeita o limite regulamentar de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição financeira, com um teto global de R$ 1 milhão renovável a cada quatro anos. O montante restituído inclui não apenas o capital inicialmente investido, mas também os juros acumulados até a data da decretação do regime especial da instituição, garantindo que o investidor não tenha prejuízo total sobre o rendimento contratado.

Especialistas do setor financeiro destacam que a agilidade do FGC neste caso é fundamental para reduzir o impacto no mercado de crédito privado. A quebra de uma instituição e o subsequente pagamento de garantias servem como um teste de estresse para o sistema, demonstrando a eficácia dos mecanismos de proteção existentes no Brasil. Investidores são orientados a conferir os saldos diretamente no app e a não clicar em links suspeitos de terceiros para evitar golpes.

Com o início dos pagamentos, o foco do mercado se volta agora para a liquidação dos ativos restantes do Banco Master e para a apuração das causas que levaram à intervenção. Enquanto isso, o FGC reafirma sua liquidez para honrar os compromissos, tranquilizando o mercado de renda fixa e os investidores que utilizam CDBs, LCIs e LCAs como pilares de suas carteiras de investimento.

Gilmar Mendes nega habeas corpus e mantém Jair Bolsonaro na prisão

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (17) o pedido de habeas corpus que buscava a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em regime domiciliar. A decisão foi proferida pouco depois de o processo ter sido redistribuído a Mendes, após o ministro Alexandre de Moraes ter se declarado impedido para analisar o caso durante o plantão do Judiciário. O magistrado entendeu que não havia fundamentos jurídicos suficientes para conceder a liberdade ou o benefício domiciliar de forma urgente.

Ao analisar o mérito do pedido, Gilmar Mendes ressaltou que a custódia do ex-presidente está amparada por decisões fundamentadas do plenário da Corte e que o regime fechado é compatível com a gravidade dos crimes imputados. O ministro também observou que o habeas corpus foi protocolado por um advogado que não integra a defesa constituída de Bolsonaro, o que reforça a jurisprudência do Tribunal de não aceitar ações de terceiros sem a expressa anuência da defesa oficial do réu.

Sobre o estado de saúde de Bolsonaro, argumento principal utilizado no pedido, o ministro considerou que não foram apresentadas provas documentais de que o sistema penitenciário é incapaz de oferecer o tratamento médico necessário. Gilmar Mendes destacou que o Estado tem o dever de garantir a integridade física de qualquer custodiado e que, até o momento, as informações oficiais indicam que o atendimento médico no Complexo da Papuda está disponível e adequado às necessidades do ex-mandatário.

Com a negativa, Jair Bolsonaro permanece detido na ala destinada a ex-autoridades do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para onde foi transferido na última quinta-feira. Ele cumpre a pena de 27 anos de reclusão no âmbito das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A segurança no local segue reforçada para garantir a ordem e a proteção do ex-presidente dentro da unidade prisional.

A decisão de Gilmar Mendes encerra a tentativa de soltura imediata durante o recesso do Judiciário, mantendo o status quo até que o Supremo retome suas atividades plenárias em fevereiro. A defesa técnica de Bolsonaro agora avalia novos recursos que deverão ser submetidos aos órgãos colegiados do tribunal, enquanto o ex-presidente segue sob a custódia da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal.

Moraes se declara impedido e pedido de domiciliar de Bolsonaro vai para Gilmar Mendes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou-se impedido nesta sexta-feira (16) de analisar um novo pedido de prisão domiciliar apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão ocorre em meio ao plantão do Judiciário, período em que Moraes responde pela presidência da Corte e pela análise de medidas urgentes. O magistrado justificou o impedimento pelo fato de o recurso contestar decisões proferidas por ele mesmo no âmbito do processo principal.

Com a declaração de impedimento, o processo foi redistribuído e encaminhado ao ministro Gilmar Mendes, que agora será o responsável por avaliar a urgência do pedido. A ação não foi protocolada pela defesa oficial de Bolsonaro, mas por um advogado de São Paulo, por meio de um habeas corpus. Esse tipo de iniciativa de terceiros é comum em casos de grande repercussão, embora o tribunal possa optar por não conhecê-la se não houver anuência do beneficiário.

O argumento central do pedido de prisão domiciliar baseia-se na suposta fragilidade do estado de saúde de Jair Bolsonaro. De acordo com o documento, o ex-presidente necessitaria de cuidados médicos contínuos e específicos que, segundo o autor da ação, não poderiam ser plenamente garantidos dentro do sistema prisional comum.

A defesa técnica de Bolsonaro, por sua vez, tem buscado estratégias similares em outras frentes jurídicas.
A movimentação ocorre um dia após a transferência de Bolsonaro para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O ex-presidente deixou a carceragem da Superintendência da Polícia Federal, onde estava desde sua prisão, para ser levado a uma ala destinada a ex-autoridades e internos com curso superior, conhecida popularmente como “Papudinha”. A transferência seguiu os protocolos de segurança para o cumprimento da pena de 27 anos imposta pelo STF.

A expectativa agora recai sobre o posicionamento de Gilmar Mendes, que deverá decidir se concede a liminar para a saída de Bolsonaro da unidade prisional ou se mantém o cumprimento da pena em regime fechado. Enquanto o Judiciário permanece em recesso, as decisões de plantão são monitoradas de perto, uma vez que podem alterar o status de custódia do ex-mandatário antes da retomada total das atividades do plenário em fevereiro.

Márcio Jerry, pesquisas e pesquisas

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) mencionou nesta sexta-feira, 16, suposta pesquisa eleitoral que apresentaria o pré-candidato do PT ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão, em “plena e consistente ascensão”.

Segundo ele, no mesmo levantamento Orleans Brandão estaria “estagnado com aquele jeitão de inviável” e “Braide mantendo liderança”.

Toda vez que Jerry fala de pesquisa para tentar levantar o ânimo dos aliados em relação ao seu candidato, eu lembro das “pesquisas” sobre as quais ele falava em 2020, para tentar manter viva a natimorta candidatura de Rubens Júnior (PT) à Prefeitura de São Luís.

Rubinho terminou aquele pleito em quarto lugar, com 10,58% dos votos no 1° turno…

Juscelino Filho participa das celebrações dos 64 anos de Lima Campos

Com uma ampla programação festiva, o deputado federal Juscelino Filho (União Brasil/MA) participou, nesta quinta-feira (15), das comemorações pelos 64 anos de emancipação política de Lima Campos, ao lado do prefeito Jailson Fausto, da ex-prefeita de Vitorino Freire e pré-candidata a deputada estadual, Luanna Rezende, de vereadores, políticos e da população.

“Viemos celebrar os 64 anos de uma cidade muito importante para nós, ao lado do nosso amigo, líder e prefeito Jailson, vereadores e todo o grupo político da região. Temos orgulho de fazer parte dessa história. É gratificante ver o quanto Lima Campos tem crescido. Reafirmo aqui nossa parceria de trabalho e compromisso com as famílias e com todos os cidadãos, entregando a Arena Brasil, mais uma realização do nosso presidente Lula, que vai trazer esporte, lazer e inclusão, e anunciando novas obras e serviços que estão chegando ao município, fruto do nosso trabalho na Câmara Federal”, destacou Juscelino Filho.

A programação oficial teve início com missa e culto em Ação de Graças. Em seguida, foi inaugurada a Arena Brasil Renato Rocha, projeto do governo federal que oferece campo de futebol society, pista de caminhada, playground e estrutura moderna, segura e iluminada, voltada à promoção do esporte, lazer e inclusão social. À tarde, ocorreu a grande final do Campeonato Lima-campense de Futebol, no Estádio Cajueirão.

A ex-prefeita de Vitorino Freire e pré-candidata a deputada estadual, Luanna Rezende, foi calorosamente recepcionada pelos moradores e falou emocionada sobre o momento. “É uma alegria estar mais uma vez em Lima Campos, cidade acolhedora e querida, em uma data tão especial. Aqui vemos o empenho e a dedicação do prefeito Jailson, que está transformando o município e melhorando a qualidade de vida dos moradores, com compromisso e cuidado com as famílias lima-campenses”, afirmou.

O prefeito Jailson Fausto ressaltou a parceria com o deputado federal, responsável por levar importantes benefícios e programas do governo do presidente Lula ao município. “Juscelino Filho é amigo, conselheiro e sempre atento às nossas demandas. Em um dia tão simbólico para Lima Campos, tenho orgulho de estar à frente desta cidade e, em nome do nosso povo, agradeço por tudo o que ele tem feito pela nossa população”, declarou.

Também prestigiaram a programação, o ministro dos Esportes, André Fufuca; os prefeitos Deibson Balé (Trizidela do Vale) e Dr. Júnior (Peritoró); além do deputado estadual Fred Maia.

Mais ações – Com sua articulação em Brasília, Juscelino Filho garantiu para Lima Campos a construção de 350 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, implantação de laboratórios de informática e recursos para a urbanização completa do lago que fica na orla da cidade, que está sendo transformado em um polo turístico para a região, entre outros.

Diálogo com lideranças da região – Ainda em Lima Campos, o deputado esteve reunido com vereadores e lideranças políticas de Capinzal do Norte, entre eles, o empresário Fernando Net e os vereadores Riva Amaral, Rita de Kátia, Branco Barros, Ricelly Galeno, Irmão Chiquinho, Márcio Cabral, Vando Manilha, Rafael Contador e Romário Galeno.

“Aproveitei para dialogar com amigos e importantes lideranças de Capinzal do Norte, que chegam para somar ao nosso projeto. Vamos caminhar juntos, comigo e a Luanna, fortalecendo ainda mais a parceria de trabalho pelo Maranhão”, finalizou Juscelino Filho.

De olho no Senado, Mical intensifica articulações com vice-prefeitos no Sul do MA

A deputada estadual Mical Damasceno deu início a uma ofensiva política estratégica na região Sul do Maranhão, focando na construção de alianças com vice-prefeitos locais. O movimento visa a consolidar o capital político da parlamentar em uma das áreas mais prósperas e conservadoras do estado. A aproximação ocorre em um momento em que as lideranças regionais começam a definir seus apoios para os próximos ciclos eleitorais.

A escolha do Sul do Maranhão como alvo das articulações não é por acaso, dado o perfil socioeconômico da região, fortemente ligado ao agronegócio e a pautas de direita. Mical, que possui uma base eleitoral sólida no segmento evangélico, busca agora diversificar sua influência ao dialogar diretamente com o poder executivo municipal. Ao focar nos vice-prefeitos, a deputada atinge uma camada de lideranças que muitas vezes detém influência local significativa, mas busca maior espaço político.

As reuniões buscam fortalecer a atuação da parlamentar na Assembleia Legislativa, permitindo que ela atue como uma ponte entre as demandas do Sul do estado e o governo central. Essa presença territorial mais agressiva é vista por analistas como uma preparação para a reeleição ou até mesmo para voos mais altos na política estadual em 2026. A deputada aposta na afinidade ideológica para garantir a fidelidade desses novos aliados.

“A candidatura ao Senado Federal não se baseia no protagonismo isolado, mas em uma ação conjunta com as lideranças locais”, explica a parlamentar.

Além do aspecto institucional, as conversas reforçam a liderança de Mical dentro do campo conservador maranhense. A parlamentar tem se destacado por defender pautas de costumes e valores tradicionais, que encontram forte eco em municípios da região tocantina e arredores. Essa sintonia facilita a interlocução com gestores que precisam responder a um eleitorado com exigências semelhantes.

Por fim, a movimentação de Mical Damasceno altera o tabuleiro político regional, pressionando outros parlamentares a também marcarem presença no interior. A articulação com os “vices” é uma jogada de bastidor que pode garantir capilaridade eleitoral em municípios onde a deputada ainda busca expansão. O desdobramento desses encontros deve refletir diretamente na formação das chapas e coalizões que disputarão o cenário político maranhense nos próximos meses.