Para além da farinha d’água

farinhaProvocou reações as mais diversas uma nota oficial emitida ontem (6) pelo Governo do Estado sobre a suposta compra de iguarias para abastecer as dependências do Palácio dos Leões.

Blogs e perfis em redes sociais afirmavam que uma licitação feita ainda no ano passado – que incluía itens como picolé, sorvete, salmão e bacalhau – havia sido supervisionada por membros da atual gestão, que até deu palpites sobre o que deveria ser inserido no termo de referência.

A gestão Flávio Dino (PCdoB), é claro, negou.

E emitiu um comunicado com o trecho abaixo:

“Esclarecemos que durante a gestão do governador Flávio Dino nenhum quilo de farinha d’água foi consumido no Palácio dos Leões pagos com recursos públicos, muito menos bacalhau e salmão”.

Uns acharam que se trata de deboche; outros, do temperamento raivoso de alguns comunistas.

Este blog já opinou sobre o assunto “comes e bebes no Palácio”, ainda no governo Roseana (reveja).

No caso atual, no entanto, restou uma dúvida: se nem a farinha d’água é paga com recursos públicos, de onde vem a comida que se consome no Palácio dos Leões atualmente (seja ela qual for)?


10 thoughts on “Para além da farinha d’água

  1. POR FALTA DE ASSUNTO SUGIRO AS SEGUINTES MATÉRIAS

    AUDITORIA NA CAEMA , EMAP. EDUCAÇÃO,SAÚDE
    DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS

  2. Na minha opinião podem comer o que quiser desde que faça o que tem que fazer, governar o Maranhão com dignidade… Só não podem é morrer de fome.

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