Republicanismo de fachada

Da coluna Estado Maior

Na esteira do debate que manteve com o deputado federal eleito Márcio Jerry (PCdoB) durante a semana, o deputado estadual Adriano (PV) condenou em suas redes sociais, na sexta-feira, 11, o que considerou “republicanismo de fachada” das esquerdas maranhenses.

As críticas foram acirradas depois de Jerry e apoiadores do governo Flávio Dino (PCdoB) comemorarem a aproximação com a gestão de Jair Bolsonaro (PSL). E atacarem o parlamentar do PV, que os criticou por boicotar o governo federal, ao mesmo tempo em que tentam se locupletar dele.

Adriano destacou que a postura assemelha-se ao que PCdoB tem praticado nos últimos anos no Maranhão, onde atualmente faz ferrenha oposição ao grupo Sarney – de forma, avalia ele, muitas vezes baixa -, mesmo já tendo sido parte de uma gestão sarneyzista.

“Nos últimos anos eles ficam repetindo essa história de oligarquia e de 40 anos. Mas, eu lembro que o PCdoB integrou as duas primeiras gestões da ex-governadora Roseana. Naquela época não tinha oligarquia, o que tinha era muito comunista ocupando cargo e defendo o governo com unhas e dentes.”, ironizou.

O deputado se referiu aos mandatos que se estenderam de 1994 a 2002, quando o PCdoB era uma das principais legendas de apoio a Roseana Sarney. Na época comunistas ocupavam cargos de destaque no governo. Como a Gerência Regional de Santa Inês, comandado por Marcos Kowarick, a Presidência do Instituto de Terras do Maranhão (Iterma), com Stefano Silva Nunes e a Direção Fundiária do Iterma, com Eurico Fernandes.

Adriano lamentou a forma de fazer política do partido. “Quando a oportunidade de derrubar adversários se apresenta, o PCdoB sobe no palanque. Quando aparece uma oportunidade de se aproveitar de adversários, o PCdoB faz reuniões em gabinetes. Aí quando alguém denuncia, eles dizem que é patrulha. Esse é o republicanismo de fachada do PCdoB”, afirmou.


5 thoughts on “Republicanismo de fachada

  1. A situação dessa trupe do PCdoB do MA é pericritante, pois com um estado quebrado por eles e sem ter mais discurso pra nada, querem aparecer bem no cenário político ao mesmo tempo que querem se chegar mansamente ao presidente Bolsonaro pra colher frutos eleitorais e ajuda ao Estado do Maranhão. Enquanto Flávio Dino é obrigado deseperadamente a fazer uma desconsertada oposição a um presidente que detém hoje uma monumental aceitação popular no Brasil. Coisa de malucos!

  2. pcdobe e pt sao todos bandidos veja como sao a gleise horfmam a onde foi se aliar na venezuela pode uma mulher dessa querer o bem do brasil eles sao destruidore iluzionistas macabros veja coroata macro regional os pacientes tem que trazer lençol de casa a upa nao recebe pessoas se vier acaba morrendo a mingua so no ma um governo diz que ganha com um estado a beira da falencia ou melhor na falencia total o povo tem que s manifestar os bloqueiros tem que se manisfestar o que nao pode e ficar do jeito que ta

  3. Os comunistas esquecem que os políticos tem que discutir o desenvolvimento da nossa estado e a coerência dos atos de cada um. Os comunistas tem sido incoerentes! E por saberem que a casinha deles irá cair, partem para a agressão pessoal. Vocês são fracos! São medíocres! Não passam de uns vermelhinhos.

  4. Gostei do enquadramento de Adriano nesse sujeito que se elegeu as custas das tetas do governo e quer pousar de bom moço. A inveja é uma merda, ele nunca se conforma que não escolhemos nossas famílias, nascemos nela, infelizmente uns com mais outros com menos, mas já tá na hora desses comunistas de araque descerem do palanque e mostrar serviço senão vai ser mais um deputado bananeira, de um (cacho) mandato só.

  5. O pc do b que fez parte do governo foi outro. O que está aí foi usurpado por estes dois facínoras (fd e o rato). Aquele outro de márcio kowarick, zé carlos e outros foi estuprado para atender as ambições desses doentes. Até agora a estratégia deles está tendo sucesso, em parte pela falta de consciência política do povo e outra pelo timing. Acrescentar ao maranhão eles não tem nada a oferecer. É somente política por política da mais rasteira, afundando cada vez mais o estado.

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