Governo Dino devolveu R$ 4 mi de recuperação da Barragem do Pericumã

O blog do Robert Lobato divulgou hoje (19) um caso que comprova, mais uma vez, a incompetência do governo Flávio Dino (PCdoB).

Em janeiro de 2017, chegaram recursos da ordem de R$ 4 milhões para a recuperação da Barragem do Rio Pericumã, emenda do então deputado federal Victor Mendes (PSD).

A verba chegou a ser empenhada, como confirmou o próprio comunista (veja abaixo).

Mas, para ser efetivamente aplicada, era necessário um projeto (saiba mais).

Como este não foi apresentado, diz Lobato, o dinheiro voltou aos cofres da União.

Agora, dois anos depois, comunidade ribeirinhas de Pinheiro sofrem com alagamentos devido a problemas nos cabos de uma das comportas (reveja).


2 thoughts on “Governo Dino devolveu R$ 4 mi de recuperação da Barragem do Pericumã

  1. Esse governo na tem competência, não sabe ou não gosta de fazer projetos! Todas as grandes obras tiveram e têm problemas justamente por tentarem licitar ou mesmo contratar com projetos básicos deficientes ou inexistentes. Esse governo não suporta planejar nada dentro do que manda a boa técnica e a legislação. O que tem de improbidade administrativa aí às escondidas não está escrito. Cadê a obra de construção dos 2048 apartamentos para servidores estaduais na área da antiga Expoema? Nunca saiu por tentarem licitar com um RDC mascarado em um tal Chamamento Empresarial, que não tem amparo legal. Tudo pra não fazer os projetos, licenças ambientais, audiências públicas etc. A reluzente reforma do PPP do Edifício João Goulard na Praça Pedro II nunca foi publicado a realização de uma Audiência Pública sequer, como dispõe a lei das PPPs. A obra do prolongamento da Litorânea também deu maior problema por causa de um planejamento feito nas cochas, inclusive com licença ambiental fraudada e EIA/RIMA fajutos! As obras do Mais Asfalto Sonrisal/Eleitoreiro também não tinham sequer planilha de serviços, projetos e tampouco tinha localização e objeto definidos! Até hoje ninguém sabe com documentos confiáveis onde foram realizados e quais foram as obras abandonadas pelo Governo após as eleições de outubro de 2018? E os contratos guarda-chuvas, não têm nada, tudo chutado! As adesões a Ata de Registro de Preços, nem se diga tamanha imprecisão? Tudo pra deixar de planejar com Eficiência, como estabelecem os ordenamentos legais. O TCE/MA, o TCU, o MP/MA e o MPF/MA, deveriam examinar todas essas aberrações pois quem perde com isso é a coletividade. Não custa nada. Chega de flexibilidade, chega de trocas de favores, chega de frouxidão, já estamos no 5.º ano dessa esculhambação e pouco se tem notícia de alguma reprimenda pra conter essa anarquia administrativa.

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