‘Consórcio’ pode prejudicar candidatos do Palácio em São Luís

Rubens Júnior, da Secid, pré-candidato pelo PCdoB, largou mal

A estratégia da base governista para a eleição de 2020 em São Luís parece clara há muito tempo: lançar tantos candidatos quanto for possível paras “pulverizar” os votos e evitar uma vitória do deputado federal Eduardo Braide (PMN) no primeiro turno.

Os primeiros números sobre a sucessão na capital, no entanto, acenderam o alerta aos comuno-pedetistas e afins.

Duarte Júnior (PCdoB), tem 11,6%.
Neto Evangelista (DEM), 7,6%.
Bira do Pindaré (PSB), 6,4%.
Rubens Júnior, 2,8%.
Osmar Filho (PDT), 1,6%.
 

Com o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) surpreendentemente bem posicionado – em segundo lugar, num dos cenários -, e seus candidatos patinando, os aliados do Palácio dos Leões já admitem a possibilidade de rever o plano e focar apenas em uma ou duas candidaturas.

Não querem correr o risco de, com tantos candidatos, forçar um segundo turno, mas não estar nele.


2 thoughts on “‘Consórcio’ pode prejudicar candidatos do Palácio em São Luís

  1. Mas é bom lembrar que o histórico recentes das pesquisas

    Tadeu na frente se Castelo
    Castelo na frente de Edivaldo
    Elisiane na frente de Edivaldo.

    De qualquer forma acho precipitadas alguns afirmações, provavelmente ter segundo turno sim, agora saber quem será, que tá difícil se fazer algumas afinação, de fato se as eleições fossem hoje braide estaria com ampla vantagem, mas até lá muitas água para rolar!

  2. Pode fazer levantamento o diabo a quatro, mas essa eleição pra prefeito de São Luís já está definida: é Braide, não queremos ninguém vindo da parte desse comunista.

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