Candidato tentou fraudar concurso do TRE-MA usando ponto eletrônico

transmissores - ponto eletronico - celularesPoliciais federais prenderam hoje (30, por volta das 8h30, um candidato ao cargo de técnico administrativo do concurso público para o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA).

Após receber uma denúncia anônima, policiais federais que realizavam o policiamento ostensivo de um dos locais de realização das provas se dirigiram até o local onde se encontrava o candidato e solicitaram à coordenação do concurso uma revista pessoal com o uso de detector de metais, momento em que foram encontrados junto ao corpo de um candidato três receptores/transmissores afixados com esparadrapo, bem como um ponto eletrônico dentro de seu ouvido. Também foram apreendidos dois aparelhos celulares.

O candidato foi preso e encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal, onde foi autuado em flagrante pelo Delegado de plantão. Ele responderá pela tentativa do crime de fraude a concurso público.

(Com informações da Polícia Federal)

“Meu indiciamento é um ato político”, reage João Abreu

O MEU INDICIAMENTO É UM ATO POLÍTICO

João Guilherme de Abreu

O jornal O Estado de São Paulo publicou na edição do dia 27.08.2015, notícia dando conta de meu indiciamento pela Policia Civil do Maranhão, no inquérito que apura a suspeita de pagamento de propina para possibilitar a celebração de acordo entre o governo do Estado e a empresa Constran, no ano de 2013, com vista à liquidação de um precatório.

E como era de se esperar, essa notícia reverberou na imprensa e blogs da Capital, principalmente naqueles alinhados com o governo do Estado.

Embora sem fundamento sólido, o meu indiciamento já era por mim esperado, e por todos os que me acompanham neste momento tormentoso, porque somos conscientes de que os ilustres delegados encarregados do inquérito não conseguiriam resistir às pressões disparadas do Palácio dos Leões.

Todavia, o alarde que se faz sobre o meu indiciamento não possui fundamento. O indiciamento não é acusação, mas mera colheita dos dados de identificação de alguém que, na opinião da polícia, reúne indícios de ter sido o autor do ato sob investigação. Ele não gera processo, que só é instaurado com a denúncia oferecida pelo Ministério Público, se recebida pelo Judiciário.

Na prática, o indiciamento policial tem servido apenas como estigma social e isto explica, no meu caso, o interesse de darem ampla divulgação desse ato, em suas minucias, embora o inquérito corra sob “segredo de justiça” e a lei diga que é crime quebrar o segredo de Justiça.

Mas estou absolutamente tranquilo e aguardo, com serenidade, o desdobramento do caso, consciente de que o indiciamento é injusto e motivado por decisão política. Não há nos autos do inquérito elementos mínimos indicadores da existência do alegado crime. Tudo se resume na afirmação feita pelo doleiro Alberto Yusself, um dos principais envolvidos na famosa Operação Lava Jato, que alega ter me mandado entregar vultosa quantia para “distribuir a integrantes do governo do Maranhão em troca do pagamento do precatório”.

Mas não há comprovação alguma da materialidade desse delito, e sua declaração é, inclusive, desmentida por pessoas de quem se teria servido como portador da entrega do numerário.

Mas foi com base, exclusivamente, na afirmação desse renomado delinquente, que se apoia o indiciamento, sem fundamentos ou prova que o justifiquem. E mais ainda, sem levar em consideração que o acordo celebrado entre o Governo do Estado e a Constran se sustentou em judiciosos pareceres emitidos pela Secretaria de Planejamento do Estado e pela Procuradoria Geral do Estado e envolvia uma dívida que o Estado tinha para com a referida empresa, apurada através de um longo processo judicial, que tramitou por todas as esferas do Judiciário e contra o qual já não era mais possível opor resistência alguma.

Caberá agora ao Ministério Público Estadual analisar se me acusa ou não, com os parcos elementos contidos no inquérito.

De minha parte, cabe aguardar o desdobramento desse funesto episódio, para o qual conto com o apoio de minha família e de amigos leais que nunca me faltaram nos momentos difíceis da minha vida.

À sociedade maranhense resta pedir que evite antecipação de julgamento, seja em homenagem ao princípio constitucional da presunção de inocência, seja em respeito aos longos anos que tenho como empresário e homem público, que já exerceu o cargo de Secretário de Saúde do Estado, por duas vez o de Secretário Chefe da Casa Civil e a Presidência do Sebrae, sem jamais ter sido acusado de um ato de desonestidade e que hoje convive com o drama de se vê escarnecido por um reles doleiro e pelo tratamento escandaloso e sensacionalista dado por uma parte da imprensa.

COLUNA DO SARNEY: Ainda as invasões bárbaras

Esta semana foi marcada, mais uma vez, pela tragédia dos emigrantes. Na Áustria, já fora das portas de entrada, descobre-se um caminhão de transporte de frangos carregado com 71 corpos – quatro de crianças – em decomposição. No Mar Mediterrâneo, 52 corpos foram encontrados no casco de um barco, e mais de 105 refugiados morreram afogados. Isso é a rotina do que acontece o tempo todo, a ponta que emerge dos desastres humanitários. Este ano mais de 340 mil pessoas tentaram chegar à Europa; mais de 15 mil morreram tentando! Só da Síria saíram mais de 4 milhões de refugiados.

Há uma neurose nova: a invasão dos bárbaros. Não é mais aquele temor que no passado acometia as cidades-Estado, a confrontação dos impérios com as hordas desconhecidas que avançavam para o saque e a destruição. Não são os hunos nem os turcos nem os mongóis: são os emigrantes, fugitivos da miséria, desejosos de melhor futuro, dispostos a tudo, enfrentar polícias, leis de restrição à imigração, hostilidade. Obtendo sucesso em sua aventura, começam a outra, a da sobrevivência, enchendo as ruas como pedintes, vendendo quinquilharias e ilusões, correndo do cassetete dos vigilantes, segregados e vilipendiados pelos nacionais.

A Europa está ferida por essa nova face das migrações humanas. O que fazer? O mundo ficou pequeno, e aspirar à paz e a sair da miséria está apenas na coragem da travessia e de abandonar as próprias raízes. Deixam famílias, amigos, pátrias e vêm sofrer as humilhações das minorias.

Na Inglaterra, a ideia é evitar que passem da entrada do túnel sob o Canal da Mancha. Na Alemanha surge uma perspectiva cínica e utilitária: como a sua população está decrescendo, vão aproveitar os imigrantes que tenham capacidade para ser a mão de obra que a indústria precisa para manter o nível das exportações, como mais um insumo. Na Hungria, decidem fazer um muro ao longo da fronteira “pobre”. Em toda a União Europeia se repetem as acusações de que os outros estão fugindo a suas responsabilidades.

A reação dos países ricos ao que chamam de “o perigo da emigração” está no terreno da fobia, cuja matriz é a discriminação racial, numa era em que o conhecimento do genoma humano permite identificar os troncos dos diversos grupos que formam a humanidade e que, no desejo de sobrevivência, também migraram em correntes que se dispersaram em busca de comida e de segurança e fugindo dos desastres climáticos.

A globalização econômica é incompatível com a globalização das raças. Aquela quer um mundo de ricos e faz com que os outros se afastem e fiquem presos à guerra, à miséria, ao desemprego e à fome.

Felizmente o Brasil já venceu o gargalo da segregação racial – embora ainda conviva com muito preconceito. Embora com problemas logísticos, acolhemos nossa cota de imigrantes, a maior parte haitianos. Temos uma sociedade democrática, fora das superioridades (?) étnicas.

Nossas discriminações são outras: a maior de todas é a da concentração de renda, que gera problemas sociais. Esses, sim, nos separam, o que é uma coisa bárbara, mas sem a fobia de bárbaros.

BNDES: seguidores de Flávio Dino confirmam paralisação de obras

O governador Flávio Dino (PCdoB) bem que tentou: recorreu às redes para negar que existam 500 obras paradas no Maranhão.

Segundo ele “só estão paradas algumas obras em que: 1. há irregularidades graves. 2. construtora abandonou ou faliu. 3. não havia projetos ou licenças”. Mas a reação veio rápido.

Seguidores do comunista em várias regiões do estado detalharam, em suas cidades, quais as obras que estão paradas, confirmando a informação do BNDES.

Veja abaixo o que disseram alguns deles.

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Governo paralisa construção de hospitais no interior

ITZ: populares ateiam fogo na casa de assassino de criança de 13 anos

fogoMoradores da Vila JK, em IMperatriz, atearam fogo, ontem (29) na casa de Alcino Vilarim de Oliveira, que confessou ter assassinado a golpes de facão uma menina de 13 anos.

O corpo foi encontrado às margens do riacho Capivara, dilacerado.

Os golpes foram dados na garganta, abdômen e nas pernas.

Vilarim era vizinho da vítima e a polícia chegou até ele depois de perceber manchas de sangue em uma cerca nas proximidades da sua residência.

“Reafirmo candidatura. Ponto final”, diz Roberto Rocha

robertoO senador Roberto Rocha (PSB) garantiu ontem (29), em contato com o blog, que o fato de ter declinado a possibilidade de apoio a qualquer candidato que venha a se escolhido pelo partido para disputar a Prefeitura de São Luís não significa que próprio tenha abdicado da pré-candidatura.

Rocha chegou a ser vaiado no encontro do PSB no momento em que declarou-se pré-candidato a prefeito da capital.

Mesmo assim, ressalta, segue firme no propósito de ser o nome do partido nas eleições de 2016.

“Jamais disse que não seria candidato após lançar pré-candidatura. Reafirmo candidatura. Ponto final”, comentou.

ACABOU O RESPEITO! Até Edivaldo Jr. tira onda do Vasco

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), aproveitou mais uma derrota do Vasco da Gama no Brasileirão para zoar o cruz-maltino nas redes, neste sábado (29).

Os cariocas perderam para o Figueirense,  no Maracanã, com um gol sofrido no último lance da partida, aos 48 minutos do segundo tempo.

Logo após o jogo, Edivaldo Jr. começou a retuitar mensagens de humor em referência ao fato de que o presidente do Vasco, Eurico Miranda, declarou mudar-se para a Sibéria caso o time seja rebaixado.

O Vasco é o lanterna da competição, 9 pontos atrás do Goiás, o primeiro fora da zona do rebaixamento.

Pai de Beto Rocha constrói shopping no interior de Sergipe

zeze_rochaDo blog do Marco D’Eça

Ao contrário da prefeita foragida de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite, o empresário Beto Rocha, tido como mentor do esquema de desvio de recursos públicos em Bom Jardim, é um homem de origem rica.

Seu patrimônio pessoal é de R$ 14 milhões, segundo consta de declaração de bens à Justiça Eleitoral.

E ele é filho de um dos maiores empreendedores da região de Sergipe.

Franzino e na maior parte das vezes de óculos escuros, o empresário José Rodrigues dos Santos, o Zezé Rocha, é visto sempre assim pelas ruas de Lagarto, em Sergipe, cidade da qual foi prefeito  em dois períodos (1989/1992 e 2002/2008).

Considerado uma lenda viva da política de Lagarto, Zezé Rocha é empreendedor de sucesso, nos setores de pecuária, e construção.

Ele constrói, desde 2012, o primeiro shopping center do interior de Sergipe, empreendimento com 56,6 mil m2 (conheça aqui a história do empresário).

Além do shopping, ele tem um dos maiores parques de Vaquejada e várias fazendas na região Nordeste.

Continue lendo aqui.

Roberto Rocha vaiado ao lançar-se pré-candidato a prefeito em evento do PSB

robertoO senador Roberto Rocha foi vaiado, no fim da tarde deste sábado (29), ao lançar-se pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PSB, que realiza encontro estadual, na sede da Fetaema, na capital.

O socialista discursava logo após o deputado estadual Bira do Pindaré também haver externado a intenção de disputar o cargo, em 2016.

Rocha disse que gostaria de ser o candidato do PSB, com Bira de vice. Mas foi vaiado e acabou recuando ao final da sua fala: admitiu apoiar qualquer nome do partido que fosse lançado.

Adolescente mata trabalhador em tentativa de assalto na Cohab

Do G1 Maranhão

assalto

Um homem identificado como Sebastião Matos, de 52 anos, foi morto a tiros, na manhã deste sábado (29), na galeteria onde trabalhava há 20 anos, localizada próximo ao Mercado da Cohab, em São Luís.

O proprietário da galeteria Romildo Alves contou que ele, Sebastião e outro funcionário estavam no estabelecimento quando um adolescente armado entrou no local e anunciou o assalto, acompanhado de outros dois, que aguardaram na porta.

O outro funcionário conseguiu empurrar o rapaz para fora do estabelecimento e Sebastião tentou fechar a porta, mas acabou atingido por um tiro na cabeça, disparado por um dos suspeitos que aguardavam na porta.

Sebastião morreu na hora. Ele era casado e deixa, além da esposa, três filhos. Os suspeitos fugiram correndo na direção da Vila Isabel. Uma equipe da Polícia Militar esteve no local e já deu início às investigações. Até o momento, ninguém foi capturado.