Por que manter a greve, então?!?

Do blog do Marco D’Eça

As notas emitidas pelo Sindicato dos Professores e pela Secretaria de Educação, sobre a greve que já dura dois meses, tratam do mesmo assunto.

Tudo o que o que os professores pedem em sua nota o governo garante que cumprirá na sua.

Por que manter a greve, então?

E vem sendo assim desde o início.

O Sindicato diz o que quer, por meio de notas na imprensa. O governo diz que aceita, também por meio de nota na imprensa.

Quando sentam, no entanto, nada rola, nada anda e o movimento continua.

E a té agora, com este puxa-encolhe , os alunos são os únicos prejudicados…

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  1. umas das reivindicações do sindicato é que os excedentes sejam chamados, só que em tuntum o gestor Benone mandou foi contratar.Os excedentes sobraram.

  2. Vamos aos fatos: Não sei se o blogueiro está com uma cópia do documento que foi entregue ao sindicato( acredito que é o mesmo que está escaneado em alguns brosgs). Esse documento não está assinado. Não vale nada como documento!
    Mesmo assim, o “documento” não fala de prazos. Pelo menos deveria dizer o período que o estatuto vai ser aprovado. Acredito que é mais uma estratégia do governo para ganhar tempo. Eu não sei qual vai ser a próxima, mas a última vai ser tirar a secretária e colocar outro secretário( Gastão Vieira, César Pires etc..) para começar a eterna mesa de negociação. Você já ouviu falar de alguém colocar pressão em ministro da justiça para publicar acórdão? Isso nunca vai acontecer!
    O governo só quer ganhar tempo e matar o movimento paredista no cansaço.

  3. Publique!!!!!!!!!!!!!!!

    Movimento grevista se mantêm firme em todo Estado
    Data de Publicação: 6 de maio de 2011 às 10:56
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    Professores da rede pública tem se mobilizado em todo o Estado com manifestações de toda a natureza. A iniciativa tem como principal preocupação chamar a atenção do governo do Estado para as condições em que se encontram as instalações das escolas em funcionamento.

    Outra preocupação é quanto à política salarial dos profissionais e principalmente, não deixar esmorecer os ânimos dos educadores que se encontram em greve desde o primeiro dia de março deste ano.

    Itapecuru – Mirim

    No início desta semana, os trabalhadores em educação de Itapecuru- Mirim realizaram ato público com a presença de dezenas de trabalhadores em educação de todo o município. O evento teve sua concentração em frente à biblioteca da cidade, para depois partir para a passeata que seguiu pela BR 135 encerrando-se na Unidade Regional de Educação do governo do estado.

    Durante a passeata, os professores denunciaram à comunidade as pressões sofridas por setores específicos do governo, numa tentativa de retornarem à sala de aula, sob a ameaça de corte de pontos e exoneração. A manifestação serviu como resposta ao gestor da Regional e ao governo do Estado quanto ao não recuo, mesmo com ameaças e truculências.

    Gomes de Sousa

    Durante a manifestação os educadores denunciaram as péssimas condições da escola Gomes de Sousa. Os alunos desta Unidade de Ensino foram transferidos para

    um prédio onde funciona um instituto alugado, e neste momento, segundo a regional do SINPROESEMMA, estão prestes a serem despejados por falta de pagamento. A reforma na referida escola encontra-se paralisada e não tem previsão para terminar.

    Balsas

    Para reforçar o movimento paredista na Regional de Bacabal (Bacabal, São Luís Gonzaga, Vitorino, Olho D´Água das Cunhãs e Paulo Ramos), os trabalhadores realizaram nesta quarta-feira, (04), grande passeata pelas principais ruas da cidade de Bacabal com a participação de alunos das Unidades de Ensino Estado do Ceará, Presidente José Sarney (Minhocão), Manuel Campos Sousa (CEMA) e Professora Leda Tajra.

    Segundo a coordenação, os alunos têm expressado total apoio à greve e cobram do governo encaminhamento urgente de proposta que atenda as reivindicações da categoria, pois os mesmos entendem que para educação melhorar é preciso valorizar os educadores.

    Os estudantes denunciam que embora convocados pelos diretores, os alunos admitem não haver aula, uma vez que um número cada vez mais reduzido de professores têm retornado às escolas e quando isso ocorre, é sob forte ameaça do governo. Ainda segundo os alunos da rede pública local, os professores que tem aderido à volta as salas de aula não tem tido condição de aplicar conteúdo, pois que tem havido junção de turmas de séries diferenciadas para que um só professor administre as matérias, até a hora do intervalo e merenda.

    “A revolta é geral e não dá para fazer de conta que tudo está normal na sala de aula”, revela Gledson, do Centro Educacional Estado do Ceará.

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  4. LEDA sou professor e eleitor da Governadora, no entanto não vi por parte da secretaria Olga nenhuma proposta concreta para a categoria deixar a greve. Espero que o vice governador como militante dos movimentos de base saiba convencer o governo que a situação esta insustentável e que o governo tem o dever não através de nota na mídia, mas em audiência com os representantes da entidade sinalar com aumento salarial e envio do plano de carreira da categoria. Esta conversa que vai devolver o salarial descontado SSSSEEEE o professor pagar a aula é conversa para boi dormir.
    Fico triste e um tanto decepcionado pois pensei que depois da desgraca do ZÉ REINALDO e do fracasso do JACKSON LAGO teríamos quatro anos de estabilidade e avanços significativo na educação